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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" version="2.0"><channel><title>Blumenews - Notícias de Blumemau</title><description>O BLUMENEWS não é um projeto financeiro, é uma ideologia blumenauense. Um serviço para os cidadãos: feito por eles, com eles e para eles.</description><link>https://blumenews.com.br</link><language>pt-BR</language><item><title>Concurso Brasileiro de Cervejas não terá inscrições prorrogadas</title><description><![CDATA[As inscrições vão até o dia 31 de janeiro, não serão prorrogadas e podem ser feitas no site do Festival.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/turismo/0/24/concurso-brasileiro-de-cervejas-nao-tera-inscricoes-prorrogadas</link><pubDate>Tue, 17 Jan 2017 23:45:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Turismo]]></category><content><![CDATA[<p>Cervejeiros interessados em participar da 5&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Concurso Brasileiro de Cervejas de Blumenau devem ficar atentos. O prazo de inscri&ccedil;&otilde;es termina no dia 31 de janeiro e n&atilde;o ser&aacute; prorrogado. Para participar &eacute; preciso acessar o site do Festival, por meio do endere&ccedil;o www.festivaldacerveja.com, na aba Concurso.&nbsp;</p>
<p>Para se inscrever basta acessar o link das inscri&ccedil;&otilde;es e seguir o passo a passo. Este ano a participa&ccedil;&atilde;o funciona como uma loja online. As cervejarias devem inscrever cada r&oacute;tulo de forma individual e adicionar em seus carrinhos de compra. Ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o, recebem um email com resumo do pedido e o boleto para pagamento. Todas as informa&ccedil;&otilde;es, bem como a premia&ccedil;&atilde;o, est&atilde;o dispon&iacute;veis no regulamento, anexado na mesma p&aacute;gina de inscri&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>O Concurso&nbsp;</strong><br />Considerado um dos cinco concursos cervejeiros mais importantes do mundo, o Concurso Brasileiro de Cervejas acontecer&aacute; de 4 a 6 de mar&ccedil;o e far&aacute; parte da programa&ccedil;&atilde;o do Festival Brasileiro da Cerveja. Em 2016, a competi&ccedil;&atilde;o registrou recorde de participa&ccedil;&otilde;es. Foram 1.469 inscri&ccedil;&otilde;es, um acr&eacute;scimo de 73% com rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, quando 874 se inscreveram. O n&uacute;mero de cervejarias tamb&eacute;m aumentou. Foram 222, 63% a mais que em 2015.&nbsp;</p>
<p>Se compararmos aos anos anteriores de Concurso Brasileiro de Cervejas, os n&uacute;meros s&atilde;o ainda mais expressivos e mostram um crescimento cont&iacute;nuo do evento. Em 2013, a organiza&ccedil;&atilde;o registrou 215 inscri&ccedil;&otilde;es. No ano seguinte, em 2014, o n&uacute;mero passou para 414 e em 2015 aumentou ainda mais, para 874. &nbsp;</p>
<p>Para 2017 a grande novidade ser&aacute; a inclus&atilde;o de quatro subestilos na categoria Cerveja Brasileira. A categoria ser&aacute; separada por cervejas que possuem adi&ccedil;&atilde;o de frutas, adi&ccedil;&atilde;o de ervas e especiarias, adi&ccedil;&atilde;o de madeiras e adi&ccedil;&atilde;o de ingredientes brasileiros como l&uacute;pulo, malte e levedura. Mudan&ccedil;a, que segundo a organiza&ccedil;&atilde;o, visa valorizar ainda mais os ingredientes do nosso pa&iacute;s, j&aacute; que o concurso &eacute; exclusivamente brasileiro.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Felipe Rodrigues</p>]]></content></item><item><title>Câmara inova com projeto que beneficia deficientes visuais</title><description><![CDATA[Câmara de Vereadores de Blumenau será uma das primeiras do país a implantar serviço de áudio-descrição]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/politica/0/25/camara-inova-com-projeto-que-beneficia-deficientes-visuais</link><pubDate>Tue, 17 Jan 2017 23:55:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Política]]></category><content><![CDATA[<p>A partir de 2017 a C&acirc;mara de Vereadores de Blumenau passar&aacute; a disponibilizar o servi&ccedil;o de &aacute;udio-descri&ccedil;&atilde;o dos eventos realizados pelo Legislativo. A medida atende a pedidos da comunidade e segue o projeto de acessibilidade da Casa.</p>
<p>O trabalho consiste em narrar fatos visuais, como fotos e imagens, aos cegos e portadores de defici&ecirc;ncia. Uma &aacute;udio-descritora ir&aacute;, atrav&eacute;s de um sistema eletr&ocirc;nico e fones de ouvidos, descrever o ambiente e tudo que estiver acontecendo visualmente naquele local, inclusive no painel de vota&ccedil;&atilde;o. Quando houver demanda, tamb&eacute;m ser&aacute; realizada &aacute;udio-descri&ccedil;&atilde;o das sess&otilde;es solenes, fotos e imagens veiculadas no site da C&acirc;mara e obras de arte expostas no Sal&atilde;o Nobre.</p>
<p>Segundo a &aacute;udio-descritora Mara Kortelt, depois de ter implantado o sistema de L&iacute;ngua Brasileira de Sinais &ndash; Libras, h&aacute; pouco mais de um ano, o Legislativo blumenauense d&aacute; mais um passo em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; Lei Brasileira de Inclus&atilde;o da Pessoa com Defici&ecirc;ncia, institu&iacute;da em 2015. &ldquo;Essa ferramenta permite o acesso democr&aacute;tico &agrave;s decis&otilde;es tomadas pela C&acirc;mara de Vereadores. A pessoa com defici&ecirc;ncia tamb&eacute;m tem o direito de saber o que est&aacute; sendo decidido&rdquo;, afirma a profissional.</p>
<p>O presidente da C&acirc;mara de Vereadores, M&aacute;rio Hildebrandt (PSB), destacou que durante o mandato da atual Mesa Diretoria o Legislativo trabalhou sempre pensando na inclus&atilde;o social. &ldquo;A l&iacute;ngua brasileira de sinais nas sess&otilde;es deu a oportunidade de incluir as pessoas com defici&ecirc;ncia auditiva e agora abrimos espa&ccedil;o para que as pessoas com defici&ecirc;ncia visual tenham acesso ao que acontece no espa&ccedil;o f&iacute;sico Legislativo&rdquo;. Lembrou ainda que assim que a TV digital for implantada as pessoas poder&atilde;o ter acesso &agrave; &aacute;udio-descri&ccedil;&atilde;o em suas casas.</p>
<p>A inten&ccedil;&atilde;o do Legislativo &eacute; oferecer a &aacute;udio-descri&ccedil;&atilde;o j&aacute; na posse dos vereadores para a pr&oacute;xima legislatura, que ser&aacute; realizada dia 1&ordm; de janeiro, &agrave;s 17h, no Teatro Carlos Gomes. &ldquo;Se todo o processo licitat&oacute;rio acontecer sem imprevistos, dentro das normas legais, com certeza na posse teremos a &aacute;udio-descri&ccedil;&atilde;o e haver&aacute; condi&ccedil;&atilde;o de as pessoas com defici&ecirc;ncia visual acompanharem os acontecimentos desse evento&rdquo;, finalizou.</p>
<p>Exemplo de &aacute;udio-descri&ccedil;&atilde;o da foto: foto colorida de um pr&eacute;dio de quatro andares com esquina chanfrada. O pr&eacute;dio &eacute; gelo com detalhes em tijolos &agrave; vista na fachada principal e entre os andares. O beiral no alto do pr&eacute;dio &eacute; largo. As janelas est&atilde;o pr&oacute;ximas umas das outras e est&atilde;o dispostas de forma sim&eacute;trica. O andar t&eacute;rreo possui vidros espelhados e toldos cinza em toda a sua extens&atilde;o. A porta principal &eacute; de vidro com duas folhas. Ao lado superior esquerdo da porta est&aacute; n&uacute;mero 55. Na fachada principal, abaixo da janela do &uacute;ltimo pavimento, em letras art&iacute;sticas met&aacute;licas est&aacute; escrito C&acirc;mara Municipal. &Agrave; frente da janela do primeiro andar est&atilde;o hasteadas, da esquerda para direita, as bandeiras de Santa Catarina, Brasil e Blumenau. Na cal&ccedil;ada, pr&oacute;ximo &agrave; entrada principal, h&aacute; um sem&aacute;foro. A direita v&ecirc;-se parcialmente uma rua e palmeiras. Ao fundo o c&eacute;u. Roteiro: Mara Kortelt</p>]]></content></item><item><title>Recomendo leitiura</title><description><![CDATA[Últimos livros que recebi e sugiro a leitura. Para adquirir exemplar mandar e-mail para cada um conforme na descrição de cada um. Todos lançados em final de 2016.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/colunas/0/26/recomendo-leitiura</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:00:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Colunas]]></category><content><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="../../../files/day_2_blumenews.jpg" alt="" width="350" /><strong><span style="text-decoration: underline;">Vag&otilde;es de Lembran&ccedil;a</span></strong></p>
<p>Um livro que s&oacute; acrescenta mais sobre a nossa antiga <strong><span style="text-decoration: underline;">EFSC</span></strong> &ndash; <strong>Estrada de Ferro de Santa Catarina</strong> inaugurada em <strong><span style="text-decoration: underline;">1909</span> </strong>em <strong>Blumenau</strong>, infelizmente desativada em <strong>13 de mar&ccedil;o de 1971</strong>. O autor fez entrevistas com muita gente que fez parte da hist&oacute;ria riqu&iacute;ssima de nossa <strong>EFSC</strong>. E ao abordar sobre todas as <strong>Esta&ccedil;&otilde;es</strong> que compunham a <strong><span style="text-decoration: underline;">EFSC</span>, em consequ&ecirc;ncia os entrevistados contam parte da hist&oacute;ria de Blumenau e regi&atilde;o. </strong>Maravilhoso conte&uacute;do. Parab&eacute;ns Felipe Adam, jovem escritor com sucesso desde seu primeiro livro!</p>
<p>Jornalista nascido em Blumenau, formado na <strong>UNIVALI &ndash; </strong>Universidade do Vale do Itaja&iacute;. Agrade&ccedil;o por citar meu nome.</p>
<p>Contato: e-mail <a href="mailto:felipeadam91@gmail.com">felipeadam91@gmail.com</a></p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="../../../files/day_3_blumenews.jpg" alt="" width="350" /><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="../../../files/day_4_blumenews.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Alinhavando &ldquo;Poesia&rdquo;</span></strong></p>
<p>Um livro de poesias escrito pela consagrada e renomada escritora gasparense <strong>Arlete Trentini dos Santos</strong>. J&aacute; recebeu diversos pr&ecirc;mios e comendas. <strong>Embaixadora da Paz da Divine Academie Fran&ccedil;aise des Arts Letres el Culture, Membro Efetivo da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta brasileiro</strong> entre outros adjetivos. O livro de f&aacute;cil agrad&aacute;vel leitura apresenta diversos poemas. Colaborador a e colunista no <strong>Jornal Sem Fronteiras </strong>de Gaspar/SC.</p>
<p>Contato: e-mail <a href="mailto:arletesan@terra.com.br">arletesan@terra.com.br</a></p>
<p><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="../../../files/day_5_blumenews.jpg" alt="" width="350" /><img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="../../../files/day_6_blumenews.jpg" alt="" width="350" /><strong><span style="text-decoration: underline;">Ecos de um Peta</span></strong></p>
<p>Um livro maravilhoso de autoria de <strong>J&uacute;lio Cesar &ndash; JC BRIDON</strong>, nascido em Blumenau e casado com a gasparense escritora Arlete Trentini dos Santos&nbsp; . O autor escreve no Jornal Metas e no Jornal Cruzeiro do Vale ambos de Gaspar. Embaixador da Paz <strong>da Divine Academie Fran&ccedil;aise des Arts Letres el Culture, Membro da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, cadeira 12, </strong>entre outras atribui&ccedil;&otilde;es e virtudes<strong> &ldquo;Podem me impedir de escrever mas, de pensar, jamais&rdquo; JC BRIDON.</strong></p>
<p>Contato: e-mail <a href="mailto:bridon@terra.com.br">bridon@terra.com.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agrade&ccedil;o a todos pelo carinho!!!</p>]]></content></item><item><title>Gilda: o estudo do preconceito étnico entre pessoas da mesma etnia</title><description><![CDATA[Estudo de caso de uma migrante branca, de origem européia, de uma região do Estado de Santa Catarina colonizada por brancos de origem européia para outra região de Santa Catarina também colonizada por brancos de origem européia, e os graves problemas de racismo/rejeição enfrentadas pela mesma ao longo de grande parte de sua vida.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/colunas/0/27/gilda-o-estudo-do-preconceito-etnico-entre-pessoas-da-mesma-etnia</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:13:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Colunas]]></category><content><![CDATA[<div class="x_WordSection1">
<p class="x_MsoNormal"><strong>1. INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>
<p class="x_MsoNormal">Enquanto pensava, aqui diante do computador, em como come&ccedil;ar este texto, me veio &agrave; lembran&ccedil;a umas fotos que recebi, faz poucos anos, dos A&ccedil;ores. Creio que por dois ou tr&ecirc;s anos colaborei com um jornal de l&aacute;, o que me granjeou diversas amizades naquela terra europ&eacute;ia perdida no meio do mar, e um dos meus leitores, um escritor j&aacute; muito idoso e dado ao h&aacute;bito de muito fotografar, me mandou lindas fotos do interior da ilha em que morava, S&atilde;o Miguel. Sabia, j&aacute; naquela altura, que, partidas por sucessivas divis&otilde;es feitas por heran&ccedil;as ao longo de mais de cinco s&eacute;culos, as terras a&ccedil;orianas estavam divididas em propriedades cada vez mais min&uacute;sculas, e as fotos que recebi mostravam bem o que sabia, mas eram lindas aquelas fotos, com os pequenos lotes de terra cuidadosamente cultivados ou, no mais das vezes, transformados em pastos para um gordo gado que abastecia a Europa de leite, queijo e carne.</p>
<p class="x_MsoNormal">Al&eacute;m de lindas, as fotos me despertaram outra curiosidade: as cercas. Com t&atilde;o min&uacute;sculos peda&ccedil;os de terra, era imposs&iacute;vel que logo no primeiro plano das fotos j&aacute; n&atilde;o existissem as cercas, e l&aacute; estavam elas, de madeiras irregulares, cortadas, dispostas e pregadas irregularmente, muito diferentes das cercas &agrave;s quais eu estava acostumada desde a minha inf&acirc;ncia.</p>
<p class="x_MsoNormal">Como eram as cercas da minha inf&acirc;ncia e as cercas que at&eacute; hoje conhe&ccedil;o e convivo no Vale do Itaja&iacute;/Brasil? Como a parte deste Vale aonde vivo &eacute; de coloniza&ccedil;&atilde;o alem&atilde;, as cercas quase sempre s&atilde;o feitas de materiais muito uniformes (estaquetas, telas, tijolos, sejam quais os materiais que forem), numa uniformidade que levam a pensar no senso est&eacute;tico que, de maneira geral, agrada ao descendente dos moradores dos antigos estados alem&atilde;es que aqui vivem. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que se generalize e se diga que tal gosto &eacute; um gosto exclusivo dos descendentes de alem&atilde;es, pois hoje &eacute; muito grande a quantidade de etnias que convive no Vale do Itaja&iacute;, mas, no mais das vezes, as cercas das casas e de outras propriedades mant&ecirc;m uma simetria que, ao longo da minha vida, fui cada vez mais associando &agrave; coisa cultural do alem&atilde;o.<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn1" name="x__ftnref1"><span class="x_MsoFootnoteReference">[1]</span></a></p>
<p class="x_MsoNormal">Na minha adolesc&ecirc;ncia tive a oportunidade de conviver largamente com as gentes de origem lusa que ent&atilde;o viviam em Arma&ccedil;&atilde;o do Itapocoroy, munic&iacute;pio de Penha/SC, e quando, na d&eacute;cada de 1990, recebi aquelas fotos dos A&ccedil;ores, lembrei-me imediatamente das cercas que ent&atilde;o eram usadas pelos pescadores de Arma&ccedil;&atilde;o do Itapocoroy, t&atilde;o irregulares e sem simetria em 1970 quanto as a&ccedil;orianas de 1970.<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn2" name="x__ftnref2"><span class="x_MsoFootnoteReference">[</span></a><span class="x_MsoFootnoteReference">2]</span></p>
<p class="x_MsoNormal">As considera&ccedil;&otilde;es acima s&atilde;o um tanto quanto antropol&oacute;gicas, mas foi um exemplo que me veio com muita for&ccedil;a, quando comecei a pensar no estudo de caso que quero em fazer. &Eacute; um exemplo que ilustra bem que dentro das etnias europ&eacute;ias, consideradas &ldquo;brancas&rdquo; pelos projetos de forma&ccedil;&atilde;o do povo brasileiro que s&atilde;o criados ap&oacute;s a segunda metade do s&eacute;culo XIX, etnias que, a princ&iacute;pio, eram bem-vindas em p&eacute; de igualdade pelas elites brasileiras dos s&eacute;culos XIX e XX, mas onde havia muitas diferen&ccedil;as culturais, e que mesmo entre elas criavam-se s&eacute;rios problemas de aceita&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o pelos indiv&iacute;duos que as compunham, quando, de alguma maneira, se &ldquo;mesclavam&rdquo; ou &ldquo;misturavam&rdquo;. Considero que este pre&acirc;mbulo &eacute; necess&aacute;rio para entrar no meu estudo de caso.&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>2. O ESTUDO DE CASO</strong></p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>2.1 O LUGAR DE ORIGEM</strong></p>
<p class="x_MsoNormal">A pessoa &ldquo;estudada&rdquo;, no caso, &eacute; uma mulher que hoje (2004), est&aacute; com 83 anos e &eacute; proveniente de uma regi&atilde;o de coloniza&ccedil;&atilde;o lusa pr&oacute;xima do litoral de Santa Catarina, Tijucas. Essa regi&atilde;o tem uma coloniza&ccedil;&atilde;o bastante antiga feita por portugueses e seus descendentes, tendo, no final do s&eacute;culo XIX, tido tamb&eacute;m uma coloniza&ccedil;&atilde;o italiana. A pessoa estudada prefere n&atilde;o se identificar e pediu para ser chamada de Gilda. Al&eacute;m de n&atilde;o admitir a sua identifica&ccedil;&atilde;o, Gilda negou-se a gravar uma entrevista de Hist&oacute;ria Oral. Os depoimentos que obtivemos dela s&atilde;o produto de uma longa conviv&ecirc;ncia, onde as hist&oacute;rias foram sendo contadas aos poucos.</p>
<p class="x_MsoNormal">Gilda nasceu em 1921 bastante afastada do centro nervoso do Brasil, isto &eacute;, o Rio de Janeiro, lugar onde estava o governo central do pa&iacute;s, onde se decidiam as coisas da pol&iacute;tica, da economia, da cultura, onde, naquela altura de Primeira Rep&uacute;blica, os ent&atilde;o cientistas procuravam programar um futuro &eacute;tnico para o Brasil, que tinha como eixo central um ideal de branqueamento. Giralda Seyferth<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn3" name="x__ftnref3"><span class="x_MsoFootnoteReference">[3]</span></a>&nbsp; vai nos falar mais a respeito:</p>
<p class="x_MsoNormal"><em>&ldquo;O ideal de branqueamento ganhou o refor&ccedil;o das teoriza&ccedil;&otilde;es racistas intensificadas no final do s&eacute;culo XIX e tornou-se tema de uma incipiente &ldquo;ci&ecirc;ncia das ra&ccedil;as&rdquo; &agrave; brasileira, que deu respaldo acad&ecirc;mico &agrave;s especula&ccedil;&otilde;es sobre o poder branqueador do processo de miscigena&ccedil;&atilde;o herdado dos tempos coloniais.&nbsp; Assim, ao pessimismo de Nina Rodrigues, que imaginava o Brasil irremediavelmente atrasado em face da presen&ccedil;a substantivas de &ldquo;ra&ccedil;as inferiores&rdquo; e &ldquo;mesti&ccedil;os inferiores&rdquo;, op&otilde;e-se o otimismo de Jo&atilde;o B. de Lacerda, antrop&oacute;logo do Museu Nacional, que visualizou a possibilidade do branqueamento fenot&iacute;pico do brasileiro do futuro por meio de um processo seletivo de mistura racial num prazo de tr&ecirc;s gera&ccedil;&otilde;es.(...)&rdquo;.</em></p>
<p class="x_MsoNormal">Com poucas palavras Giralda Seyferth resume o pensamento que corria pelo Brasil, nesse tempo, sobre a futura forma&ccedil;&atilde;o do seu povo, o que estava fazendo com que, desde a d&eacute;cada de 1820, se pensasse em trazer imigrantes para o nosso pa&iacute;s, principalmente imigrantes &ldquo;brancos&rdquo;, de origem europ&eacute;ia.</p>
<p class="x_MsoNormal">Gilda era uma brasileira branca, de origem europ&eacute;ia. A princ&iacute;pio, sua vida n&atilde;o teria maiores problemas quanto &agrave; sua cor e/ou etnia, j&aacute; que era muito clara, de cabelos castanhos e olhos verdes. N&atilde;o era uma pessoa que tivesse que passar pelo cientificismo &ldquo;branqueador&rdquo; que existia no pa&iacute;s. Apesar da sua origem lusa, crescera ela na casa do padrinho, agricultor, imigrante italiano, e muito absorvera da cultura italiana do padrinho e demais parentes dele, tanto costumes, quanto forma de religi&atilde;o, um pouco da l&iacute;ngua, etc. O padrinho e os costumes absorvidos tamb&eacute;m eram de proveni&ecirc;ncia europ&eacute;ia, de &ldquo;gente branca&rdquo;, e a mescla de sua origem lusa com a cultura italiana do padrinho n&atilde;o chegou a lhe causar maiores problemas. Ela freq&uuml;entou a escola poss&iacute;vel na &eacute;poca, que eram tr&ecirc;s anos de ensino b&aacute;sico, e teve algumas regalias que n&atilde;o eram comuns a todos os brasileiros desse tempo onde a comunica&ccedil;&atilde;o era incipiente, como a conviv&ecirc;ncia com um padre holand&ecirc;s que era doutor em Teologia<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn4" name="x__ftnref4"><span class="x_MsoFootnoteReference">[4]</span></a>, e do qual, at&eacute; hoje, lembra e relembra os ensinamentos, bem como a conviv&ecirc;ncia com algumas lideran&ccedil;as locais, italianos de&nbsp; cultura europ&eacute;ia moderna, diferente da maioria dos brasileiros daquela localidade, e com os quais estava em contato atrav&eacute;s do padrinho e da igreja.&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal">Gilda cresceu no momento em que o Brasil come&ccedil;ava um projeto de industrializa&ccedil;&atilde;o de base nacionalista, que se alastrara at&eacute; Santa Catarina, formando os tr&ecirc;s primeiros n&uacute;cleos industriais do Estado: Blumenau, Brusque e Joinville. O pa&iacute;s, que at&eacute; ent&atilde;o fora rural, come&ccedil;ava a necessitar de m&atilde;o-de-obra especializada nos diversos ramos da ind&uacute;stria, e era necess&aacute;rio que houvesse excedentes nessa m&atilde;o-de-obra, para garantir seu funcionamento sem interrup&ccedil;&otilde;es. A falta de excedentes sempre colocaria as empresas industriais em risco de alguma greve, coisa que o Capitalismo n&atilde;o podia permitir, pois paraliza&ccedil;&otilde;es poderiam levar a fal&ecirc;ncias ou preju&iacute;zos. Assim, na d&eacute;cada de 1930, o Presidente Get&uacute;lio Vargas vai direcionar a legisla&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s para que passe a causar entraves aos agricultores, for&ccedil;ando muitos deles a abandonar a agricultura e a mudar-se para as cidades industriais, atra&iacute;dos pelo emprego que ent&atilde;o era conseguido facilmente.<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn5" name="x__ftnref5"><span class="x_MsoFootnoteReference">[5]</span></a> Gilda contou como eram tais dificuldades: at&eacute; &agrave;quela data um agricultor podia matar um porco, vender sua carne, sua banha e demais derivados sem nenhum problema &ndash; a partir das novas leis, se um agricultor quisesse vender uma lata de banha, teria que ter um contador, organizar uma contabilidade, comprar caros selos que significavam os impostos. Tornava-se bastante dif&iacute;cil a vida de um agricultor. Assim, como tantos outros agricultores, ela acabou deixando a vida agr&iacute;cola e mudando-se para a cidade de Blumenau, onde de imediato conseguiu emprego na antiga Empresa Industrial Garcia.</p>
<p class="x_MsoNormal">Blumenau era um outro mundo, no sentido de ter outra coloniza&ccedil;&atilde;o, outros costumes, outra l&iacute;ngua e ser industrializada, e ela afirma at&eacute; hoje: &ldquo;Deram-me emprego porque eu era bem crescida, bem saud&aacute;vel, bem branca.&rdquo; Tinha 17 anos, ent&atilde;o, e na Europa estava a rebentar a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>2.2 A MIGRA&Ccedil;&Atilde;O</strong></p>
<p class="x_MsoNormal">A cidade de Blumenau, na &eacute;poca, vivia sua nona d&eacute;cada desde a funda&ccedil;&atilde;o. Situada no Vale do Itaja&iacute;, Estado de Santa Catarina, fora fundada por um alem&atilde;o chamado Hermann Bruno Otto Blumenau e colonizada, principalmente, por alem&atilde;es, se considerarmos seu n&uacute;cleo inicial. Pelo resto do Vale, diversas outras etnias tinham se estabelecido, enfatizando-se a presen&ccedil;a de italianos&nbsp; que tinham chegado a partir de 1875. No espa&ccedil;o que hoje (2004) &eacute; o munic&iacute;pio de Blumenau, no entanto, a presen&ccedil;a alem&atilde; era predominante.&nbsp; Voltando a Giralda Seyferth:<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn6" name="x__ftnref6"><span class="x_MsoFootnoteReference">[6]</span></a></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>&ldquo;(...) As cr&iacute;ticas sobre o modo de colonizar o Sul (...) n&atilde;o resultaram em pr&aacute;ticas outras: as col&ocirc;nias continuaram recebendo imigrantes europeus e seus descendentes, e os brasileiros em geral continuaram exclu&iacute;dos.</em></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>&nbsp;</em></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>At&eacute; a d&eacute;cada de 1940, algumas quest&otilde;es configuraram-se mais diretamente vinculadas ao debate sobre a identidade nacional brasileira e ao problema da imigra&ccedil;&atilde;o, e ser&atilde;o brevemente analisadas neste trabalho:</em></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>(...)</em></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>c) A quest&atilde;o &eacute;tnica suscitada pela emerg&ecirc;ncia, ainda no final do per&iacute;odo imperial, das etnicidades constru&iacute;das a partir da experi&ecirc;ncia compartilhada do processo imigrat&oacute;rio. Nesse contexto, <strong>a etnia paradigm&aacute;tica da exclus&atilde;o &eacute; a alem&atilde;, considerada a mais irredut&iacute;vel ao caldeamento e &agrave; assimila&ccedil;&atilde;o. </strong>(...).&rdquo; <a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn7" name="x__ftnref7"><span class="x_MsoFootnoteReference"><strong>[7]</strong></span></a></em></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>&nbsp;</em>Giralda Seyferth como que d&aacute; a &ldquo;chave&rdquo; para os acontecimentos que Gilda vai contar a seguir. Para situar melhor a &eacute;poca, &eacute; necess&aacute;rio que se olhe o governo de Get&uacute;lio Vargas n&atilde;o apenas como auxiliar valioso na implanta&ccedil;&atilde;o da industrializa&ccedil;&atilde;o brasileira, mas tamb&eacute;m no autor de um programa diferente do at&eacute; ent&atilde;o seguido para a forma&ccedil;&atilde;o de uma &ldquo;ra&ccedil;a&rdquo; brasileira. Se at&eacute; seu governo o que se discutia na academia e entre muitos cientistas era o &ldquo;branqueamento&rdquo; do povo, Vargas vai inverter o processo, desconsiderando o eurocentrismo ent&atilde;o vigente para criar um outro personagem que deveria nortear a vida do Brasil de ent&atilde;o adiante. O fato &eacute; analisado da seguinte forma por Seth&nbsp; Garfield<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn8" name="x__ftnref8"><span class="x_MsoFootnoteReference">[8]</span></a>:</p>
<p class="x_MsoNormal"><em>&ldquo;Como parte de seu projeto multifacetado de constru&ccedil;&atilde;o de um Brasil novo &ndash; mais independente economicamente, mais integrado politicamente e socialmente mais unificado, Vargas voltou-se para o valor simb&oacute;lico dos abor&iacute;genes. (...) Os &iacute;ndios eram defendidos por Vargas por conterem as verdadeiras ra&iacute;zes da brasilidade.</em></p>
<p class="x_MsoNormal"><em>(...)</em></p>
<p class="x_MsoNormal">Ao difamar o europeu e consagrar o ind&iacute;gena, os ide&oacute;logos e intelectuais da Era Vargas inverteram ou subverteram a concep&ccedil;&atilde;o euroc&ecirc;ntrica da hist&oacute;ria da cultura e do destino nacional, vigente na elite brasileira. A ess&ecirc;ncia da brasilidade havia sido redefinida por membros da elite e da<em>intelligentsia:</em> ela n&atilde;o atravessou mais o Atl&acirc;ntico, mas brotou do solo da na&ccedil;&atilde;o, da sua fauna, flora e dos seus primeiros habitantes.&rdquo;</p>
<p class="x_MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal">Se Vargas tinha um novo projeto de Brasil e come&ccedil;ava a aplic&aacute;-lo a n&iacute;vel nacional, tal realidade n&atilde;o chegava a interferir com o que acontecia na antiga col&ocirc;nia Blumenau, onde os alem&atilde;es e seus descendentes continuavam sendo a etnia <strong><em>&ldquo;mais irredut&iacute;vel ao caldeamento e &agrave; assimila&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</em></strong><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn9" name="x__ftnref9"><span class="x_MsoFootnoteReference">[9]</span></a> H&aacute; que se lembrar da nota de rodap&eacute; n&ordm; 1, onde convencionou-se que a palavra &ldquo;alem&atilde;o&rdquo; designaria tanto os habitantes dos antigos estados que iriam formar a Alemanha em 1871 quanto seus descendentes. Um novo fen&ocirc;meno vai acontecer em 1890, quando se cria, a partir da Alemanha, a doutrina do pan-germanismo, e o conseq&uuml;ente <em>&ldquo;deutchstum&rdquo;</em>, o que poder&iacute;amos traduzir como &ldquo;germanismo&rdquo;, mas que n&atilde;o ser&aacute; discutido neste espa&ccedil;o. Continuar-se-&aacute; a usar a palavra &ldquo;alem&atilde;o&rdquo; quando necess&aacute;rio se fizer referir-se aos habitantes de l&iacute;ngua alem&atilde; que viviam em Blumenau.</p>
<p class="x_MsoNormal">Gilda, brasileira branca de origem europ&eacute;ia, v&ecirc;-se ent&atilde;o entre outra gente branca, de origem europ&eacute;ia, que n&atilde;o est&aacute; interessada no projeto nacionalista de Vargas, e que v&ecirc; em Gilda um ser inferior, uma &ldquo;cabocla&rdquo;.&nbsp; A defini&ccedil;&atilde;o de caboclo &eacute; a de mesti&ccedil;o entre o branco e o &iacute;ndio, mas na cidade de Blumenau tal palavra tem outra conota&ccedil;&atilde;o: para o &ldquo;alem&atilde;o&rdquo;, &ldquo;caboclo&rdquo; &eacute; quem n&atilde;o &eacute; alem&atilde;o nem de &ldquo;origem&rdquo;<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn10" name="x__ftnref10"><span class="x_MsoFootnoteReference">[10]</span></a> alem&atilde;. Nessa altura, &eacute; muito grande o n&uacute;mero de filhos, netos e outros descendentes de alem&atilde;es imigrantes j&aacute; nascidos no Brasil, mas a comunidade continua a se sentir &ldquo;alem&atilde;&rdquo;, mesmo j&aacute; sendo brasileira de diversas gera&ccedil;&otilde;es. Ela &ldquo;cabocliza&rdquo; as etnias que n&atilde;o falam alem&atilde;o, principalmente as pessoas de etnia lusa, e que ainda por cima s&atilde;o cat&oacute;licas, j&aacute; que &eacute; muito grande o n&uacute;mero de protestantes luteranos que vivem na cidade de Blumenau de ent&atilde;o e de agora. &Eacute; como cabocla que Gilda &eacute; recebida na nova comunidade, pois det&eacute;m tr&ecirc;s graves defeitos: tem sobrenome luso, &aacute; cat&oacute;lica e n&atilde;o fala a l&iacute;ngua alem&atilde;. As discrimina&ccedil;&otilde;es que vai sofrer por conta desse acaboclamento resultante da migra&ccedil;&atilde;o pela qual passa s&atilde;o muito grandes em quase todos os ambientes: no emprego, conseguido por ser &ldquo;bem branca&rdquo;, na fam&iacute;lia do rapaz com quem vai namorar a seguir, por ser etnicamente diferente, etc. S&atilde;o quase infinitas as queixas e considera&ccedil;&otilde;es que Gilda tem sobre as segrega&ccedil;&otilde;es e discrimina&ccedil;&otilde;es que vai sofrer logo na sua chegada e ao longo de algumas d&eacute;cadas adiante. Embora Jeffrey Lesser v&aacute; dizer que <em>&ldquo;A &lsquo;brancura&rsquo; continuou como um requisito importante para a inclus&atilde;o na &lsquo;ra&ccedil;a&rsquo; brasileira, mas o que significava ser &lsquo;branco&rsquo; mudou de forma marcante entre 1850 e 1950&rdquo;</em> <a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn11" name="x__ftnref11"><span class="x_MsoFootnoteReference">[11]</span></a>, o grupo &eacute;tnico alem&atilde;o, ao considerar &ldquo;caboclos&rdquo; aos demais grupos &eacute;tnicos, reserva para si tal &ldquo;brancura&rdquo;. Giralda Seyfert de novo vai tomar da palavra<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn12" name="x__ftnref12"><span class="x_MsoFootnoteReference">[12]</span></a>:</p>
<p class="x_MsoNormal"><em>&ldquo;Os grupos imigrados constru&iacute;ram suas identidades &eacute;tnicas (...) baseados na percep&ccedil;&atilde;o das diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sociedade brasileira. (...) A ret&oacute;rica etnoc&ecirc;ntrica que acompanhou a elabora&ccedil;&atilde;o das identidades estabeleceu o caboclo como o outro, o oposto ao imigrante europeu. &ndash; categoria usada como sin&ocirc;nimo de brasileiro. Esse sistema categ&oacute;rico constru&iacute;do por oposi&ccedil;&atilde;o envolve, principalmente, crit&eacute;rios raciais e formula&ccedil;&otilde;es subjetivas acerca do car&aacute;ter e da mentalidade &ndash; em que o caboclo aparece como indiv&iacute;duo racialmente inferior, e o ep&iacute;peto de &ldquo;pregui&ccedil;oso&rdquo; &eacute; o menos carregado de inten&ccedil;&otilde;es pejorativas. (...) Na representa&ccedil;&atilde;o do pioneiro, a categoria colono (trazida do jarg&atilde;o oficial) identifica os imigrantes europeus e seus descendentes, e a coloniza&ccedil;&atilde;o &eacute; definida como um processo civilizat&oacute;rio instaurado na selva brasileira. Nela, certamente o caboclo brasileiro ocupa a posi&ccedil;&atilde;o de b&aacute;rbaro diante de civilizados!&rdquo;</em></p>
<p class="x_MsoNormal">&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal">A inten&ccedil;&atilde;o deste texto &eacute; mostrar a hist&oacute;ria da personagem Gilda como migrante, e assim ficar&aacute; de fora toda uma discuss&atilde;o que poderia ser feita aqui sobre etnicidade, pertencimento, etc., que caracterizaria ainda melhor a sociedade &ldquo;alem&atilde;&rdquo;, ou &ldquo;de colonos&rdquo;, como poderemos cham&aacute;-la daqui para a frente, em contraposi&ccedil;&atilde;o &agrave; cultura, l&iacute;ngua, religi&atilde;o e demais costumes da cultura de onde Gilda provinha.</p>
<p class="x_MsoNormal">Taxada antecipadamente como &ldquo;pregui&ccedil;osa&rdquo; e outros adjetivos ainda mais contundentes, Gilda adentra ao novo ambiente disposta a se fazer respeitar nele. Segundo ela, aprendeu que &ldquo;quem fica quieto acaba vencendo&rdquo;, e muito deve ter se calado para chegar hoje &agrave; posi&ccedil;&atilde;o de respeito que ocupa na mesma sociedade para onde migrou faz 70 anos, e que por antecipa&ccedil;&atilde;o j&aacute; a exclu&iacute;a. Ela conta das grandes barreiras enfrentadas quando come&ccedil;ou um namoro com rapaz &ldquo;colono&rdquo;, &ldquo;de origem&rdquo;, &ldquo;alem&atilde;o&rdquo; (quando, na realidade, de alem&atilde;o ele s&oacute; tinha um av&ocirc;). Ela n&atilde;o era &ldquo;de origem&rdquo;, como se a &uacute;nica origem v&aacute;lida para uma pessoa fosse a alem&atilde;.&nbsp; Origem lusa n&atilde;o era &ldquo;origem&rdquo;, bem como muitas outras. Assim, sem &ldquo;origem&rdquo;,&nbsp; Gilda vai enfrentado passo a passo cada rejei&ccedil;&atilde;o que sofre na fam&iacute;lia do noivo (bem como nos outros ambientes aonde vive, como no trabalho, por exemplo), e acaba se casando com o mesmo. &ldquo;Mantinha a casa sempre impecavelmente limpa e arrumada, para que n&atilde;o pudessem falar&rdquo; &ndash; lembra ela. &ldquo;Jamais deixava qualquer l&iacute;quido escorrer pela beirada do fog&atilde;o (os antigos fog&otilde;es de tijolos), para que nunca algu&eacute;m pudesse chegar e dizer que o meu marido se casara com uma cabocla que n&atilde;o era limpa.&rdquo;&nbsp; &Eacute; poss&iacute;vel se imaginar a constante tens&atilde;o em que vivia Gilda, continuamente sob press&atilde;o, constantemente tendo de provar ser ela t&atilde;o boa ou melhor que os &ldquo;alem&atilde;es&rdquo;, para, de alguma forma, diminuir a rejei&ccedil;&atilde;o onde vivia. Ao mesmo tempo, tem um bom relacionamento com o marido &ldquo;de origem&rdquo;.</p>
<p class="x_MsoNormal">&ldquo;O meu marido se casou comigo para valer, para sempre. Era algu&eacute;m que gostava realmente de mim.&rdquo; Portanto, a exclus&atilde;o no p&uacute;blico n&atilde;o vai interferir no privado, e ela conta com orgulho como, aos poucos, a partir do casamento, o jovem marido vai passando a gostar sempre mais da sua comida do que da comida da m&atilde;e dele. &Eacute; como uma reden&ccedil;&atilde;o &ndash; &eacute; a aceita&ccedil;&atilde;o dos seus costumes. At&eacute; hoje ela critica muito certos costumes alem&atilde;es: &ldquo;O feij&atilde;o de vara, a cenoura, etc., eu refogava numa panela e depois os ensopava sem jogar o caldo do pr&oacute;prio legume fora. Os alem&atilde;es cozinhavam at&eacute; ficar mole, jogavam toda a &aacute;gua fora e depois comiam o legume com vinagre. Jogavam fora a melhor parte da comida, a parte onde estavam as vitaminas, as coisas boas. Eu era cabocla, mas sabia melhor que eles o que era bom para a sa&uacute;de.&rdquo;</p>
<p class="x_MsoNormal">Sua reden&ccedil;&atilde;o parece ter sido no dia em que um cunhado esteve a visit&aacute;-los, e depois comentou com seu marido: &ldquo;A tua mulher &eacute; limpa mesmo! N&atilde;o &eacute; como a mulher de Fulano (uma &ldquo;alem&atilde;&rdquo;) que deixa o caf&eacute; escorrendo pela beirada do fog&atilde;o&rdquo; &ndash; referindo-se &agrave; forma como ela mantinha o fog&atilde;o e o resto da casa. Quase setenta anos depois, ela lembra muito bem daquele momento.</p>
<p class="x_MsoNormal">Quando vieram as crian&ccedil;as, seu cuidado redobrou. Tinham que estar sempre muito limpas, muito bem cuidadas, de um jeito que n&atilde;o permitisse que qualquer parente &ldquo;alem&atilde;o&rdquo; pudesse fazer qualquer cr&iacute;tica. A tens&atilde;o continuava , e ela sabe como, nas festas da fam&iacute;lia, suas cunhadas mostravam suas crian&ccedil;as para os estranhos e diziam: &ldquo;Veja que bonitinha! Tadinha!&rdquo; &ndash; e ela sabia que o &ldquo;tadinha&rdquo; era um adjetivo que significava que se tratava de uma crian&ccedil;a mesti&ccedil;a, portanto, de qualidade inferior, filha de uma cabocla.</p>
<p class="x_MsoNormal">Naquelas primeiras d&eacute;cadas de tens&atilde;o ela adaptou-se o mais que pode ao grupo no qual penetrara, tentando vencer suas diferen&ccedil;as de migrante. As cercas de estaquetes da sua casa eram t&atilde;o sim&eacute;tricas e bem feitas quanto as de qualquer outro &ldquo;alem&atilde;o&rdquo;; seu jardim era composto por retil&iacute;neos canteiros de rosas e violetas, e ela plantava g&eacute;rberas em filas t&atilde;o &ldquo;prussianas&rdquo; quanto qualquer das suas cunhadas. Al&eacute;m da casa, do jardim e dos filhos, ela muito trabalhou para ajudar o marido, pequeno comerciante, e assim, aos poucos, acabou conquistando um respeito que n&atilde;o tinha no come&ccedil;o, diante da fam&iacute;lia do marido e da sociedade em geral. Deve ter demorado, no m&iacute;nimo, umas tr&ecirc;s d&eacute;cadas. Ela viu todo o desenrolar da Segunda Guerra Mundial em Blumenau, viu o processo de nacionaliza&ccedil;&atilde;o que o governo Vargas promoveu, viu a gente da qual agora passara a fazer parte ser obrigada a falar a sua l&iacute;ngua (ela conta que in&uacute;meras vezes foi censurada por falar palavras do portugu&ecirc;s que os &ldquo;alem&atilde;es&rdquo;, no seu parco entendimento de tal l&iacute;ngua, lhe censuravam pelo uso), viu as muitas outras migra&ccedil;&otilde;es para a cidade de Blumenau. O &ldquo;colono&rdquo; foi, muito lentamente, absorvendo as realidades brasileiras, sendo que, nas palavras dela, &ldquo;Alguns n&atilde;o t&ecirc;m jeito. Continuam sendo &ldquo;de origem&rdquo; e n&atilde;o se interessam por mais nada.&rdquo;</p>
<p class="x_MsoNormal">Gilda criou bem sua fam&iacute;lia, cuidou do seu marido at&eacute; seu falecimento prematuro, aos 62anos, portanto, h&aacute; mais de vinte anos, teve tempo, mais de uma vez, j&aacute; na sua viuvez, de ir cuidar de cunhadas que estavam doentes, em cidades distantes, conquistando cada vez maior respeito na sociedade e na fam&iacute;lia. Ela est&aacute; viva o tempo suficiente para ter visto diversas coisas: sua cultura primeira, sua migra&ccedil;&atilde;o e uma cultura nova, &agrave; qual se adaptou com firmeza, o processo de nacionaliza&ccedil;&atilde;o, o recriar da cultura do pessoal &ldquo;de origem&rdquo;, quando Blumenau criou a <em>Oktoberfest,</em> em 1984. Com a cria&ccedil;&atilde;o da <em>Oktoberfest</em>, ela demonstrou muita emo&ccedil;&atilde;o. Era uma festa que a fazia lembrar de tempos antigos, quando, mesmo cabocla a ser humilhada a todo instante, viveu os tempos coloridos da juventude, enfrentou uma fam&iacute;lia ferrenhamente &ldquo;de origem&rdquo;, casou-se.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>2.3 HOJE</strong></p>
<p class="x_MsoNormal">Hoje Gilda vive um refluxo da sua cultura original. Ela &eacute; economicamente independente; seus filhos tiveram sucesso econ&ocirc;mico e profissional na vida e ela recebe considera&ccedil;&otilde;es de pessoas e grupos estranhos por isto, al&eacute;m de ser considerada por sua pr&oacute;pria personalidade que enfrentou as adversidades e lutou contra costumes estabelecidos, saindo vencedora de uma luta que durou quase toda a sua vida. &Eacute; bastante evidente o quanto lhe importa o fato de ter conquistado o respeito da fam&iacute;lia do marido, que hoje lhe tem grande considera&ccedil;&atilde;o, como &eacute; evidente a surpresa que tem quando v&ecirc; autores portugueses famosos internacionalmente, como E&ccedil;a de Queiroz ou o pr&ecirc;mio Nobel de Literatura Jos&eacute; Saramago, usando palavras que lhe foram censuradas na juventude.</p>
<p class="x_MsoNormal">Gilda, hoje, n&atilde;o deve explica&ccedil;&otilde;es de sua vida a ningu&eacute;m, e ent&atilde;o a sua cultura original pode refluir sem cr&iacute;ticas, e basta-se chegar ao port&atilde;o do jardim da sua casa para entender isto. Acabaram-se as g&eacute;rberas em filas prussianas; acabaram-se as fileiras retil&iacute;neas de roseiras. Seu jardim &eacute;, hoje, exatamente um jardim portugu&ecirc;s, com todas as plantas e flores misturadas, bem como se pode ver na maioria dos jardins daquele pa&iacute;s ib&eacute;rico. Sua casa &eacute; cercada por um muro retil&iacute;neo como os muros &ldquo;alem&atilde;es&rdquo;&nbsp; que foram falados na introdu&ccedil;&atilde;o deste texto, mas nada a impediria de fazer novas cercas como as da sua cultura lusa. Como migrante, algumas coisas ela acabou absorvendo da nova cultura, e como podemos ver num texto traduzido por Eunice Nodari<a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftn13" name="x__ftnref13"><span class="x_MsoFootnoteReference">[13]</span></a>: <em>&ldquo;Grupos &eacute;tnicos em cen&aacute;rios modernos est&atilde;o constantemente se recriando e a etnicidade est&aacute; sendo reinventada continuamente como resposta &agrave;s realidades inconstantes tanto dentro do grupo como na sociedade anfitri&atilde;.&rdquo;</em></p>
<p class="x_MsoNormal">Assim, com a liberdade do respeito adquirido e da idade, Gilda hoje pode viver a sua real personalidade, que vamos tentar explicar qual seja:&nbsp; j&aacute; n&atilde;o &eacute; mais a personalidade da mocinha &ldquo;cabocla&rdquo; que um dia avan&ccedil;ou para dentro do terreno &ldquo;inimigo&rdquo;, nem a mulher &ldquo;de origem&rdquo; com a qual quis se parecer quando vivia sua luta pela conquista de respeito e de um lugar ao sol. Hoje ela pode se dar ao luxo de ter seu jardim luso e seu muro mais ou menos prussiano sem ter que explicar nada a ningu&eacute;m.</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>CONCLUS&Atilde;O</strong></p>
<p class="x_MsoNormal">No estudo de caso efetuado ficou bastante claro como uma cultura pode ser &ldquo;absorvida&rdquo; por outra, pelo menos durante algum tempo. S&atilde;o muit&iacute;ssimos os casos de migra&ccedil;&otilde;es pelo mundo, e h&aacute; de haver tantos outros casos de rejei&ccedil;&atilde;o/absor&ccedil;&atilde;o/interpenetra&ccedil;&atilde;o/ e/ou outras possibilidades a cada vez que uma migra&ccedil;&atilde;o acontece. Sentimentos nos quais sequer se pensa, &agrave;s vezes est&atilde;o embutidos nos machucados e dores que as mudan&ccedil;as acabam provocando em grande parte dos migrantes, sentimentos que os ajudam a sobreviver no novo ambiente, onde, como no caso estudado, at&eacute; a l&iacute;ngua original era negada, primeiro num todo, depois, em parte. Tamb&eacute;m se pode observar que o migrante, de alguma forma, conserva sua cultura original, e, havendo a possibilidade, ela ressurge, mesmo que j&aacute; ressurja mesclada com coisas da cultura adotiva. Novas sociedades se formam a partir do encontro de etnias diferentes, como &eacute; o caso de Blumenau, que j&aacute; n&atilde;o &eacute; &ldquo;colona&rdquo; e nem &ldquo;cabocla&rdquo;, mas uma nova cidade onde ainda continuam se mesclando as muitas etnias que para ela migraram e continuam migrando.&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal"><strong>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</strong></p>
<p class="x_MsoNormal">CONZEN; Kathleen Nehls; GERBER, David A.; MORAWSKA, Eva; POZZETTA, George E.; VECOLI, Rudolph J. F&oacute;rum. <strong><em><span lang="EN-US">The Invention of Ethnicity: A perspective from the U.S.A</span></em></strong><em><span lang="EN-US">. In</span></em><span lang="EN-US">: Journal of American History. </span>Fall, 1992. Traduzido por Eunice Sueli Nodari</p>
<p class="x_MsoNormal">GARFIELD, Seth. <strong><em>As ra&iacute;zes de uma planta que hoje &eacute; o Brasil: os &iacute;ndios e o Estado-Na&ccedil;&atilde;o na Era Vargas. </em></strong><em>In</em>: Revista Brasileira de Hist&oacute;ria, S&atilde;o Paulo, n. 39, 2000, p.13-36</p>
<p class="x_MsoNormal">LESSER, Jeffrey. <strong><em>O H&iacute;fen Oculto</em></strong>. <em>In</em>: A negocia&ccedil;&atilde;o da identidade nacional: imigrantes, minorias e a luta pela etnicidade no Brasil. S&atilde;o Paulo: Editora da UNESP, 2001, p. 17-35</p>
<p class="x_MsoNormal">SEYFERTT, Giralda. <strong><em>Identidade Nacional, diferen&ccedil;as regionais, integra&ccedil;&atilde;o &eacute;tnica e a quest&atilde;o imigrat&oacute;ria no Brasil.</em></strong> <em>In</em>: ZARUR, George de Cerqueira Leite. Regi&atilde;o e Na&ccedil;&atilde;o na Aqm&eacute;rica Latina. Bras&iacute;lia: Editora da UnB: S&atilde;o Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2000, p. 81-109</p>
<div>
<p class="x_MsoNormal">&nbsp;</p>
<div class="x_MsoNormal"><hr align="left" size="1" width="33%" /></div>
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</div>
<div><br clear="all" /><hr align="left" size="1" width="33%" />
<div id="x_ftn1">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref1" name="x__ftn1"><span class="x_MsoFootnoteReference">[1]</span></a> Deixo convencionado que sempre que eu usar a palavra &ldquo;alem&atilde;o&rdquo; ou &ldquo;descendente de alem&atilde;o&rdquo;, estarei me referindo aos descendentes dos moradores dos antigos Estados que, em 1871, v&atilde;o dar origem ao pa&iacute;s que hoje conhecemos como Alemanha. Quando quiser me referir a algum alem&atilde;o nato, darei a devida informa&ccedil;&atilde;o. (Nota da autora)</p>
</div>
<div id="x_ftn2">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref2" name="x__ftn2"><span class="x_MsoFootnoteReference">[2]</span></a> Como quase tudo o mais que recebe a influ&ecirc;ncia deste mundo quase globalizado, as pr&oacute;prias cercas irregulares de Arma&ccedil;&atilde;o do Itapocoroy praticamente desapareceram. (Nota da autora)</p>
</div>
<div id="x_ftn3">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref3" name="x__ftn3"><span class="x_MsoFootnoteReference">[3]</span></a> SEYFERTH, Giralda. Identidade nacional, diferen&ccedil;as regionais, integra&ccedil;&atilde;o &eacute;tnica e a quest&atilde;o imigrat&oacute;ria no Brasil. In: Regi&atilde;o e na&ccedil;&atilde;o na Am&eacute;rica Latina. Org. ZARUR, George Cerqueira Leite. Bras&iacute;lia: UnB, s.d.</p>
</div>
<div id="x_ftn4">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref4" name="x__ftn4"><span class="x_MsoFootnoteReference">[4]</span></a> Padre Jacob Hudleston Slatter (Nota da autora)</p>
</div>
<div id="x_ftn5">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref5" name="x__ftn5"><span class="x_MsoFootnoteReference">[5]</span></a> A legisla&ccedil;&atilde;o que vai dificultar a vida do agricultor consiste numa s&eacute;rie de leis complementares principalmente &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o de 1934, al&eacute;m de outros atos, como Decretos. O Professor Mestre em Educa&ccedil;&atilde;o e Ge&oacute;grafo, Aldo Moretto Sobrinho, realizou a pesquisa sobre tal legisla&ccedil;&atilde;o, tendo usado como fonte, principalmente, boletins que eram emitidos para os Contabilistas da &eacute;poca. Esta informa&ccedil;&atilde;o foi confirmada com o referido professor, verbalmente, em julho de 2004.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
</div>
<div id="x_ftn6">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref6" name="x__ftn6"><span class="x_MsoFootnoteReference">[6]</span></a> SEYFERTH, Giralda. Op.cit. p. 88</p>
</div>
<div id="x_ftn7">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref7" name="x__ftn7"><span class="x_MsoFootnoteReference">[7]</span></a> Grifo da autora.</p>
</div>
<div id="x_ftn8">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref8" name="x__ftn8"><span class="x_MsoFootnoteReference">[8]</span></a> GARFIELD, Seth. As ra&iacute;zes de uma planta que hoje &eacute; o Brasil: os &iacute;ndios e o Estado-Na&ccedil;&atilde;o na era Vargas. In: Brasil, Brasis. Revista Brasileira de Hist&oacute;ria n&ordm; 39, v. 20. S&atilde;o Paulo: ANPUH, 2000.</p>
</div>
<div id="x_ftn9">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref9" name="x__ftn9"><span class="x_MsoFootnoteReference"><span lang="EN-US">[9]</span></span></a><span lang="EN-US"> SEYFERTH, Giralda. Op. Cit., p. 88</span></p>
</div>
<div id="x_ftn10">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref10" name="x__ftn10"><span class="x_MsoFootnoteReference">[10]</span></a> At&eacute; hoje, ano de 2004, Gilda usa a express&atilde;o &ldquo;de origem&rdquo; para designar os alem&atilde;es e seus descendentes, como se ser &ldquo;de origem&rdquo; significasse ser algu&eacute;m &ldquo;melhor&rdquo; na escala social. (Nota da autora)</p>
</div>
<div id="x_ftn11">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref11" name="x__ftn11"><span class="x_MsoFootnoteReference">[11]</span></a> LESSER, Jeffrey. O h&iacute;fen oculto. In: A negocia&ccedil;&atilde;o da identidade nacional: imigrantes, minoria e a luta pela etnicidade no Brasil. S&atilde;o Paulo: Editora da UNESP, 2001. p. 21</p>
</div>
<div id="x_ftn12">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref12" name="x__ftn12"><span class="x_MsoFootnoteReference">[12]</span></a> SEYFERTH, Giralda, op. Cit. P. 97-98</p>
</div>
<div id="x_ftn13">
<p class="x_MsoFootnoteText"><a title="" href="https://outlook.live.com/owa/?path=/mail/inbox/rp#x__ftnref13" name="x__ftn13"><span class="x_MsoFootnoteReference"><span lang="EN-US">[13]</span></span></a><span lang="EN-US"> CONZEN, Kathleen Nehls et alii. The invencion of Ethnkcity: A perspective from U.S.A. In: Journal of American History, Fall 1992. Traduzido por Eunice Nodari.&nbsp;</span></p>
</div>
</div>]]></content></item><item><title>Livro conta a história do Hotel Fischer por meio de fotografias</title><description><![CDATA[Lançamento da obra será na sexta-feira no Sesc de Balneário Camboriú.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/eventos/0/28/livro-conta-a-historia-do-hotel-fischer-por-meio-de-fotografias</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:20:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Eventos]]></category><content><![CDATA[<p dir="ltr">O projeto &lsquo;Hotel Fischer: Fotografias &amp; Mem&oacute;ria&rsquo; apresenta ao p&uacute;blico o livro que constr&oacute;i e preserva a hist&oacute;ria do primeiro hotel de luxo de Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, revelando a importante contribui&ccedil;&atilde;o do empreendimento para o desenvolvimento da cidade. O lan&ccedil;amento da obra acontece no dia 20 de janeiro, no Sesc de Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, &agrave;s 19h30', em evento aberto ao p&uacute;blico.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O projeto, patrocinado pela Lei de Incentivo &agrave; Cultura (LIC) de Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, foi desenvolvido entre janeiro e dezembro de 2016 pela equipe do N&uacute;cleo Catarinense de Fotografia e colaboradores. Os ex-propriet&aacute;rios do hotel, Klaus e Claudio Fischer, participaram intensamente da pesquisa, cedendo entrevistas e acompanhando a digitaliza&ccedil;&atilde;o do acervo.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mais de 500 fotografias relacionadas ao empreendimento, al&eacute;m de documentos complementares, foram utilizados como material de pesquisa para a constru&ccedil;&atilde;o da obra, que leva o mesmo nome do projeto, &lsquo;Hotel Fischer: Fotografias &amp; Mem&oacute;ria&rsquo;. A distribui&ccedil;&atilde;o do livro ser&aacute; gratuita e a vers&atilde;o digital ficar&aacute; dispon&iacute;vel para download no blog do projeto.&nbsp;</p>
<p dir="ltr">O Hotel Fischer foi inaugurado no dia 15 de dezembro de 1957, na Barra Sul de Balne&aacute;rio Cambori&uacute;, e &eacute; considerado um dos empreendimentos mais famosos do munic&iacute;pio, sendo um marco da arquitetura, da hotelaria e do turismo no Brasil. Ao longo dos seus 52 anos de atividade, recebeu h&oacute;spedes renomados, como os ex-presidentes da rep&uacute;blica Jo&atilde;o Goulart e Juscelino Kubitschek. Em 2009, o Hotel Fischer encerrou seus trabalhos e foi demolido em 2012.</p>
<p dir="ltr"><strong>Servi&ccedil;o:</strong></p>
<ul style="list-style-type: square;">
<li dir="ltr">Lan&ccedil;amento &lsquo;Hotel Fischer: Fotografia &amp; Mem&oacute;ria&rsquo;</li>
<li dir="ltr">DATA: Sexta-feira 20 de janeiro</li>
<li dir="ltr">HOR&Aacute;RIO: 19h30</li>
<li dir="ltr">LOCAL: Sesc Balne&aacute;rio Cambori&uacute; - Av. Central, 360</li>
<li dir="ltr">Coordenador do Projeto: Sergio Antonio Ulber</li>
<li><span id="m_7145805843470217576gmail-docs-internal-guid-7b7391d6-8975-0e85-7cfb-191001ec3066">Contato: <a href="mailto:sergioulber@gmail.com" target="_blank">sergioulber@gmail.com</a> / (47) 9 9915-6169</span></li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Eliza Dor&eacute;</p>]]></content></item><item><title>Procon divulga pesquisa de preços de material escolar</title><description><![CDATA[Foram avaliados 28 itens da lista, em dez estabelecimentos comerciais diferentes.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/economia/0/29/procon-divulga-pesquisa-de-precos-de-material-escolar</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:20:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Economia]]></category><content><![CDATA[<p>O Procon de Blumenau divulgou nesta quinta-feira, dia 12, a pesquisa de pre&ccedil;os de material escolar. Realizada de 4 a 6 de janeiro, os pesquisadores analisaram 28 itens diferentes em dez estabelecimentos comerciais. Foi levado em conta o item mais barato, independente da marca.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a cesta de produtos mais barata ficou em R$ 65,70, na loja Millium, onde todos os itens foram encontrados. J&aacute; a mais cara foi de R$ 132,86 na loja Quanta Coisa. O item que mais apresentou diferen&ccedil;a de pre&ccedil;o foi o apontador. Uma das lojas vende&nbsp;por R$ 0,10 enquanto que em outra saiu por R$ 6,99, uma diferen&ccedil;a de 6.890%.</p>
<p>O diretor do Procon de Blumenau, Rodrigo Estev&atilde;o, ressaltou a import&acirc;ncia de se pesquisar antes de fazer as compras. &ldquo;Os n&uacute;meros mostram uma grande diferen&ccedil;a. Por isso o consumidor que deseja economizar precisa avaliar bem o que cada estabelecimento oferece".</p>
<p>Confira a pesquisa completa no link <a href="https://goo.gl/IDXHzg">https://goo.gl/IDXHzg</a>.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Julimar Pivatto</p>]]></content></item><item><title>Metrô segue treinando firme na terça</title><description><![CDATA[Treino físico pesado com os jogadores.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/esportes/0/30/metro-segue-treinando-firme-na-terca</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:25:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Esportes]]></category><content><![CDATA[<p>Jogadores do Clube Atl&eacute;tico Metropolitano passaram por mais um treino f&iacute;sico, de qualidade e com profissionais qualificados, na tarde de hoje (17/01/2017). Os treinos est&atilde;o se intensificando cada dia mais para o preparo ideal de cada um conseguir dar o seu melhor no Campeonato Catarinense 2017, que vai come&ccedil;ar dia 29/01/2017 contra o Clube Atl&eacute;tico Tubar&atilde;o, no est&aacute;dio do Sesi as 17h.</p>]]></content></item><item><title>Prefeitura e Caixa buscam solução para famílias atingidas pelas chuvas</title><description><![CDATA[Objetivo é checar possibilidade da ocupação de apartamentos vazios do Programa Minha Casa Minha Vida I.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/comunidade/0/31/prefeitura-e-caixa-buscam-solucao-para-familias-atingidas-pelas-chuvas</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:28:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Comunidade]]></category><content><![CDATA[<p>Numa iniciativa do prefeito em exerc&iacute;cio, M&aacute;rio Hildebrandt, a Prefeitura est&aacute; contatando a Caixa Econ&ocirc;mica Federal (Caixa) para ver a possibilidade jur&iacute;dica e t&eacute;cnica de ajudar as fam&iacute;lias da regi&atilde;o Sul do munic&iacute;pio (bairro Garcia) e que tiveram suas resid&ecirc;ncias atingidas pelas chuvas intensas da semana passada. A proposta&nbsp;&eacute; fazer com que as fam&iacute;lias possam ocupar os apartamentos vazios do Programa Minha Casa Minha Vida I, que foram reintegrados &agrave; Caixa.</p>
<p>O objetivo&nbsp;da Prefeitura, al&eacute;m de n&atilde;o permitir que as fam&iacute;lias fiquem sem um teto para morar, &eacute; devolver a dignidade e assim garantir melhor qualidade de vida &agrave; comunidade, em especial daquelas cujas casas tiveram a estrutura comprometida em fun&ccedil;&atilde;o das &aacute;guas mesmo com o atendimento efetivado pela Defesa Civil do munic&iacute;pio.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Joni C&eacute;sar&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]></content></item><item><title>Fios de cobre da Ponte de Ferro são roubados pela terceira vez em 30 dias</title><description><![CDATA[No total, foram levados 600 metros de fiação; parte da iluminação já foi restabelecida.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/seguranca/0/32/fios-de-cobre-da-ponte-de-ferro-sao-roubados-pela-terceira-vez-em-30-dias</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:31:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Segurança]]></category><content><![CDATA[<p>Na madrugada desta quarta-feira, dia 11, a Ponte Aldo Pereira de Andrade (Ponte de Ferro), teve parte da fia&ccedil;&atilde;o de cobre furtada. &Eacute; a terceira vez em 30 dias que o local &eacute; alvo do mesmo tipo de a&ccedil;&atilde;o. Foram roubados, somadas as tr&ecirc;s ocorr&ecirc;ncias, cerca de 600m de fios.</p>
<p>De acordo com a Diretoria de Ilumina&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica, as provid&ecirc;ncias necess&aacute;rias j&aacute; foram tomadas. A ilumina&ccedil;&atilde;o para pedestres e na via de ve&iacute;culos j&aacute; foi restabelecida, mas a decorativa, instalada no fim do ano passado, n&atilde;o est&aacute; funcionando.</p>
<p>O diretor Glauco Gevaerd diz que os t&eacute;cnicos est&atilde;o analisando medidas para tentar inibir a a&ccedil;&atilde;o de v&acirc;ndalos.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Julimar Pivatto</p>]]></content></item><item><title>Visitantes estão consumindo mais durante Sommerfest</title><description><![CDATA[Mais de 16 mil pessoas passaram pela Oktober de Verão, consumindo mais chopes e gastronomia este ano.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/turismo/0/33/visitantes-estao-consumindo-mais-durante-sommerfest</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:37:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Turismo]]></category><content><![CDATA[<p>Em seus&nbsp;primeiros quatro dias a Sommerfest j&aacute; recebeu 16.645 pessoas no Parque Vila Germ&acirc;nica, em Blumenau. Se comparado&nbsp;ao mesmo per&iacute;odo de 2016, o p&uacute;blico diminuiu 5,97%. Por&eacute;m, os visitantes est&atilde;o consumindo mais neste ano. At&eacute; o momento foram consumidos 41.469 copos de chope e 8.020 pratos, um acr&eacute;scimo de 6,37% e 7,72% com a rela&ccedil;&atilde;o &agrave; edi&ccedil;&atilde;o anterior, respectivamente.</p>
<p>Para esta semana a expectativa continua sendo de muita alegria e divers&atilde;o. Na quinta-feira, dia 19, quem faz a festa s&atilde;o as bandas Canarinho, Champagne, Stadkapelle e do Barril. J&aacute; na sexta, dia 20, se apresentam a Orquestra Continental, bandas Verde Vale, Cavalinho e Estrela de Ouro. Os hor&aacute;rios e palcos de apresenta&ccedil;&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis no site da festa, no endere&ccedil;o <a href="http://www.sommerfestblumenau.com.br/">www.sommerfestblumenau.com.br</a>.&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Felipe Rodrigues</p>]]></content></item><item><title>Santa Catarina proíbe uso de animais em espetáculos de circo</title><description><![CDATA[SC é o 12º estado brasileiro a adotar a proibição.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/politica/0/34/santa-catarina-proibe-uso-de-animais-em-espetaculos-de-circo</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:40:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Política]]></category><content><![CDATA[<p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de animais de qualquer esp&eacute;cie em espet&aacute;culos circenses ou outros estabelecimentos itinerantes est&aacute; proibida em territ&oacute;rio catarinense. &Eacute; o que determina a Lei 17.081, de 12 de janeiro de 2017, sancionada pelo governador Raimundo Colombo (PSD). O projeto original &eacute; de autoria da deputada Ana Paula Lima (PT).<br /><br />O estabelecimento que descumprir a norma ser&aacute; interditado imediatamente e receber&aacute; multa de R$ 10 mil a cada animal usado no espet&aacute;culo. Os recursos provenientes da arrecada&ccedil;&atilde;o das penalidades ser&atilde;o recolhidos em prol do Fundo Especial de Prote&ccedil;&atilde;o do Meio Ambiente (Fepema).<br /><br />De acordo com a nova norma, os circos e outros estabelecimentos devem apresentar uma declara&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o utiliza&ccedil;&atilde;o de animais nas atividades que desenvolvem para a obten&ccedil;&atilde;o de licen&ccedil;a expedida pela Ger&ecirc;ncia Estadual de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o de Jogos e Divers&otilde;es da Pol&iacute;cia Civil. Outra obriga&ccedil;&atilde;o imposta a eles &eacute; expor cartazes com o texto da lei na &iacute;ntegra em locais de f&aacute;cil visualiza&ccedil;&atilde;o ao p&uacute;blico.<br /><br />A lei j&aacute; est&aacute; em vigor desde a publica&ccedil;&atilde;o na <a href="http://doe.sea.sc.gov.br/Portal/VisualizarJornal.aspx?cd=1579">edi&ccedil;&atilde;o 20.453 do Di&aacute;rio Oficial do Estado</a>, na sexta-feira (13). A regulamenta&ccedil;&atilde;o cabe ao Poder Executivo.</p>
<p>Santa Catarina &eacute; o 12&ordm; estado do pa&iacute;s a adotar a proibi&ccedil;&atilde;o. J&aacute; h&aacute; leis semelhantes vigentes em Alagoas, Para&iacute;ba, Paran&aacute;, Pernambuco, Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goi&aacute;s e Esp&iacute;rito Santo.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong>&nbsp;Ludmilla Gadotti</p>]]></content></item><item><title>Mercados devem ter local exclusivo para produtos sem glúten, lactose e açúcar</title><description><![CDATA[A medida visa beneficiar portadores de necessidades especiais que, hoje, sofrem com a aleatoriedade de onde se depositam os alimentos dos quais necessitam.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/economia/0/35/mercados-devem-ter-local-exclusivo-para-produtos-sem-gluten-lactose-e-acucar</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:42:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Economia]]></category><content><![CDATA[<p>Com a inten&ccedil;&atilde;o de facilitar o processo de compra de alimentos voltados a pessoas com restri&ccedil;&otilde;es alimentares, a Lei estadual 17.077/2017 obriga supermercados, hipermercados e estabelecimentos similares a oferecerem em local &uacute;nico, espec&iacute;fico e com destaque produtos para cel&iacute;acos, intolerantes &agrave; lactose e diab&eacute;ticos.<br /><br />Publicada na edi&ccedil;&atilde;o <a href="http://doe.sea.sc.gov.br/Portal/VisualizarJornal.aspx?cd=1579">20.453 do Di&aacute;rio Oficial do Estado</a>, em 13 de janeiro, a lei j&aacute; est&aacute; em vigor. Agora os estabelecimentos t&ecirc;m 180 dias para se adaptar &agrave;s novas regras. O projeto original &eacute; de inicativa parlamentar, do deputado Kennedy Nunes (PSD).&nbsp;<br /><br />A norma define que o termo local &uacute;nico &ldquo;n&atilde;o se caracteriza apenas pelo mesmo ambiente de exposi&ccedil;&atilde;o, sendo poss&iacute;vel a oferta de produtos de que trata a lei junto com os de sua pr&oacute;pria categoria, por&eacute;m de forma agrupada e em destaque, de modo a facilitar sua localiza&ccedil;&atilde;o pelos consumidores&rdquo;.<br /><br />Conforme o texto da lei, &eacute; considerado local espec&iacute;fico aquele designado exclusivamente para a oferta dos produtos para cel&iacute;acos, intolerantes &agrave; lactose e diab&eacute;ticos. Pode ser um setor do estabelecimento, um corredor, uma g&ocirc;ndola, uma prateleira ou um quiosque, desde que os itens sejam separados fisicamente e destacados dos demais. Eles devem ser expostos com sinaliza&ccedil;&atilde;o que permita a visualiza&ccedil;&atilde;o e o entendimento do consumidor, como pain&eacute;is, etiquetas, indicadores laterais, frontais ou qualquer outro meio de impress&atilde;o gr&aacute;fica.<br /><br /><strong>Descumprimento</strong><br />O estabelecimento que violar a Lei 17.077 ser&aacute; penalizado com advert&ecirc;ncia por escrito na primeira autua&ccedil;&atilde;o e receber&aacute; multa de R$ 1 mil por infra&ccedil;&atilde;o. Em caso de reincid&ecirc;ncia, ela ser&aacute; dobrada. Os recursos provenientes da arrecada&ccedil;&atilde;o de multas ser&atilde;o recolhidos em favor do Fundo para Reconstru&ccedil;&atilde;o de Bens Lesados, vinculado ao Minist&eacute;rio P&uacute;blico.</p>]]></content></item><item><title>Já classificado, Brasil sofre resultado negativo para Noruega no Mundial</title><description><![CDATA[Alexandro Pozzer, o Tchê, pivô.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/esportes/0/36/ja-classificado-brasil-sofre-resultado-negativo-para-noruega-no-mundial</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:45:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Esportes]]></category><content><![CDATA[<p>Nantes (FRA) - O Brasil disputou mais um jogo bastante dif&iacute;cil no Mundial Masculino de Handebol nesta ter&ccedil;a-feira (17), em Nantes, na Fran&ccedil;a. A Noruega, uma das escolas mais tradicionais da modalidade, imp&ocirc;s um duelo duro, com uma defesa eficiente, que neutralizou o ataque brasileiro. Ao mesmo tempo, o pared&atilde;o da Sele&ccedil;&atilde;o, desfalcado do armador Thiagus Petrus, n&atilde;o funcionou. O placar bem aberto j&aacute; no final do primeiro tempo (13 a 18), foi ainda ampliado na segunda parte (26 a 39), deixando a equipe extremamente descontente com o desempenho no final.</p>
<div>Esse foi o pen&uacute;ltimo jogo da fase classificat&oacute;ria para a Sele&ccedil;&atilde;o. O Brasil j&aacute; conquistou vaga para as oitavas de final, mas dependia de um bom resultado para garantir uma melhor posi&ccedil;&atilde;o no grupo e fazer, em teoria, um cruzamento mais tranquilo na pr&oacute;xima fase. Na quinta-feira (19), enfrenta a R&uacute;ssia, &agrave;s 11h (hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia), para definir se fica em terceiro ou quarto lugar no grupo A, que cruza com a chave B nas eliminat&oacute;rias.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O Brasil teve um bom in&iacute;cio, com duas importantes defesas de Maik Santos. Jogou em equil&iacute;brio nos primeiros minutos, mas ap&oacute;s dois contra-ataques falhos, a Noruega conseguiu passar &agrave; frente e abriu tr&ecirc;s gols. A defesa sofreu muito com a aus&ecirc;ncia do armador e capit&atilde;o Thiagus Petrus, que, com uma les&atilde;o na coxa, teve que deixar a competi&ccedil;&atilde;o. Os problemas no contra-ataque permaneceram para o lado brasileiro, complicando a vida da Sele&ccedil;&atilde;o. Enquanto isso, a Noruega manteve a consist&ecirc;ncia e os tr&ecirc;s gols &agrave; frente. Ainda no final do primeiro tempo, o Brasil acabou cedendo mais dois gols e terminou a etapa com cinco de desvantagem.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Na segunda parte, a Noruega conseguiu abrir mais dois logo no in&iacute;cio. O Brasil soube manter a calma e conseguiu diminuir para cinco gols novamente, por&eacute;m, depois n&atilde;o se acertou em nenhum dos fundamentos. Sofreu novamente com ataques perdidos e permitiu que o advers&aacute;rio continuasse no dom&iacute;nio da partida at&eacute; o fim, aproveitando-se de cada retorno defensivo.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A unanimidade entre comiss&atilde;o t&eacute;cnica e jogadores &eacute; que a transi&ccedil;&atilde;o defensiva n&atilde;o funcionou no jogo contra a Noruega. Um aspecto muito importante na t&aacute;tica idealizada pelo Brasil acabou fazendo com que o advers&aacute;rio tivesse vida mais f&aacute;cil. "Tivemos um primeiro tempo com dificuldades na transi&ccedil;&atilde;o defensiva, mas conseguimos ajustar ainda na primeira parte. No final da partida, t&iacute;nhamos dois gols e fomos a cinco gols, isso foi uma parcial ruim, que a equipe n&atilde;o conseguiu recuperar e se manter equilibrada na sequ&ecirc;ncia. A Noruega fez um excelente jogo ofensivo. Tivemos dificuldade para marc&aacute;-los", destacou o t&eacute;cnico Washington Nunes.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>O central Jo&atilde;o Pedro Silva concorda com o treinador e destaca tamb&eacute;m o ataque ineficiente, principalmente no segundo tempo. "Foi um jogo muito duro em que erramos no retorno defensivo, o que custou caro para n&oacute;s. N&atilde;o soubemos lidar com isso durante a partida. A equipe da Noruega joga bem, atacando na chegada. No segundo tempo nosso ataque foi lento. N&atilde;o conseguimos ter continuidade na bola e voltar para o jogo."</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Para o piv&ocirc; Alexandro Pozzer, o Tch&ecirc;, artilheiro do Brasil ao lado de F&aacute;bio Chiuffa, com seis gols, a equipe precisa corrigir muitas coisas para enfrentar a R&uacute;ssia na pr&oacute;xima rodada. "O jogo foi complicado hoje. Tomamos muitos gols de transi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque. No ataque posicional conseguimos jogar bem, mas n&atilde;o conseguimos defender bem. Sofremos v&aacute;rios gols do piv&ocirc;. Temos que melhorar isso para o jogo contra a R&uacute;ssia, correr e nos entregar mais para suprir a falta do Thiagus. Nossa defesa vai precisar estar mais unida para conseguir ganhar da R&uacute;ssia", encerrou.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Gols do Brasil - Tch&ecirc; (6), Chiuffa (6), Jos&eacute; Guilherme (3), Ponciano (3), Haniel (3), Teixeira (2), Jo&atilde;o Pedro (1), Rog&eacute;rio (1) e Claryston (1).</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Gols da Noruega - Sagosen (7), Rod (6), Myrhol (6), Jondal (5), Bjornsen (5), O'Sullivan (3), Johannessen (3), Tonnessen (1) e Gullerud (1).&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><strong>Jogos do grupo A</strong></div>
<div>Hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Quarta-feira (11)</div>
<div>Fran&ccedil;a 31 x 16 Brasil</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Quinta-feira (12)</div>
<div>R&uacute;ssia 39 x 29 Jap&atilde;o&nbsp;</div>
<div>Pol&ocirc;nia 20 x 22 Noruega</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Sexta-feira (13)</div>
<div>Jap&atilde;o 19 x 31 Fran&ccedil;a&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>S&aacute;bado (14)</div>
<div>Brasil 28 x 24 Pol&ocirc;nia&nbsp;</div>
<div>Noruega 28 x 24 R&uacute;ssia&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Domingo (15)</div>
<div>Fran&ccedil;a 31 x 28 Noruega&nbsp;</div>
<div>Brasil 27 x 24 Jap&atilde;o&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Segunda-feira (16)</div>
<div>Pol&ocirc;nia 20 x 24 R&uacute;ssia&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Ter&ccedil;a-feira (17)</div>
<div>Noruega 39 x 26 Brasil&nbsp;</div>
<div>14h45 - Pol&ocirc;nia x Jap&atilde;o&nbsp;</div>
<div>16h45 - R&uacute;ssia x Fran&ccedil;a&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Quinta-feira (19)</div>
<div>11h - R&uacute;ssia x Brasil&nbsp;</div>
<div>14h45 - Fran&ccedil;a x Pol&ocirc;nia&nbsp;</div>
<div>16h45 - Jap&atilde;o x Noruega&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Confira os resultados completos de todos os grupos <strong><a href="http://www.francehandball2017.com/fr/poules/#GroupFrame%23outputs/targeted/hb/hbResults/js/mappings/results/standings%23GroupStageContent%23HBWC17M_COMPSTRUCT_JSON%23Events.HBM400000.Phases.HBM400A00" target="_blank">aqui</a></strong>.</div>
<div>Sele&ccedil;&atilde;o Brasileira</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Goleiros - C&eacute;sar Augusto de Almeida 'Bombom' (OIF Arendal-Noruega) e Maik Santos (AL-Rayyan-Qatar).</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Armadores - Gabriel Ceretta Jung (FC Barcelona-Espanha), Haniel L&acirc;ngaro (BM Naturhouse La Rioja-Espanha), Jos&eacute; Guilherme de Toledo (Orlen Wisla Plock-Pol&ocirc;nia), Leonardo Dutra (EC Pinheiros-SP), Oswaldo Maestro Guimar&atilde;es (Anaitasuna-Espanha) e Thiago Alves Ponciano (BM Ciudad Encantada-Espanha).</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Centrais - Henrique Teixeira (CB Huesca-Espanha) e Jo&atilde;o Pedro Francisco da Silva (Chambery Savoie Handball-Fran&ccedil;a).</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Pontas - Claryston David Cordeiro Novais (ADJF/Independ&ecirc;ncia Trade-MG), F&aacute;bio Chiuffa (KIF Kolding Kobenhav-Dinamarca), Guilherme Torriani (Vegus/Guarulhos-SP) e Lucas C&acirc;ndido (BM Guadalajara-Espanha).</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Piv&ocirc;s - Alexandro Pozzer (Fertiberia Puerto Sagunto-Espanha) e Rog&eacute;rio Moraes (WC Vardar-Maced&ocirc;nia).</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><strong>Comiss&atilde;o t&eacute;cnica&nbsp;</strong></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>T&eacute;cnico: Washington Nunes</div>
<div>Assistente t&eacute;cnico: H&eacute;lio Lisboa Justino</div>
<div>Treinador de goleiros: Diogo Castro</div>
<div>Preparador f&iacute;sico: Fernando Millar&eacute;</div>
<div>Fisioterapeuta: Gustavo Barbosa</div>
<div>Supervisor: C&aacute;ssio Marques</div>]]></content></item><item><title>Carnês do IPTU começam a ser distribuídos na próxima semana</title><description><![CDATA[Previsão é de que todos os contribuintes recebam os carnês até o início de fevereiro.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/comunidade/0/37/carnes-do-iptu-comecam-a-ser-distribuidos-na-proxima-semana</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:00:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Comunidade]]></category><content><![CDATA[<p>A Prefeitura de Blumenau, por meio da Secretaria da Fazenda, j&aacute; enviou para os Correios os 132 mil carn&ecirc;s do IPTU 2017. A previs&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o &eacute; que, a partir da pr&oacute;xima semana, comecem a ser feitas as entregas, que devem ser finalizadas, no m&aacute;ximo, no in&iacute;cio de fevereiro.</p>
<p>Os descontos para quem pagar em cota &uacute;nica ser&atilde;o de 8%, com vencimento em 13 de fevereiro, ou 5% &nbsp;para vencimento em 13 de mar&ccedil;o. As pessoas que quitaram em dia em 2016 tamb&eacute;m ter&atilde;o o desconto de Bom Pagador, que representa 2% e j&aacute; foi inclu&iacute;do pelo sistema no carn&ecirc;.</p>
<p>A Central de Atendimento do IPTU vai funcionar&nbsp;de 30 de janeiro a 13 de mar&ccedil;o, das 8h ao meio-dia e das 13h30 &agrave;s 17h, ao lado do Setor 3 do Parque Vila Germ&acirc;nica.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Texto:</strong> Julimar Pivatto</p>]]></content></item><item><title>Ladrões roubam bicicleta no Salto Norte</title><description><![CDATA[O furto ocorreu dentro de uma empresa na manhã desta terça]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/seguranca/0/38/ladroes-roubam-bicicleta-no-salto-norte</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:52:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Segurança]]></category><content><![CDATA[<p>&Agrave;s 9h04' a&nbsp;Pol&iacute;cia Militar atendeu a uma ocorr&ecirc;ncia de furto a estabelecimento comercial na Rua Ari Barroso (Salto Norte), onde conforme relato do propriet&aacute;rio da empresa, ao chegar para o trabalho no dia de ontem&nbsp;encontrou a parede arrombada, ap&oacute;s vistoria sentiu falta de duas bicicletas Caloi, avaliadas num valor aproximado de R$ 8 mil.</p>
<p>Lavrado o boletim de comunica&ccedil;&atilde;o de ocorr&ecirc;ncia policial no local do fato.</p>]]></content></item><item><title>Ladrão rouba celular e se dá mal</title><description><![CDATA[Acaba sendo localizado e preso pela PM na Rua São Paulo, número 421.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/ocorrencias/0/39/ladrao-rouba-celular-e-se-da-mal</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:55:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Ocorrências]]></category><content><![CDATA[<p>&Agrave;s 11h36' a Pol&iacute;cia Militar atendeu&nbsp; a uma ocorr&ecirc;ncia de furto de um aparelho celular no centro da cidade, sendo que o marido da v&iacute;tima monitorou o celular atrav&eacute;s do GPS, e este acusou sua localiza&ccedil;&atilde;o na rua S&atilde;o Paulo n&deg;421, momento este passava pelo local um&nbsp;sujeitocom as caracter&iacute;sticas do furto, que foi abordado e encontrado em poder do mesmo o referido aparelho.</p>
<p>O agente foi identificado com sendo T.C.S.H. de 29 anos. Ante o exposto foi dado voz de pris&atilde;o ao mesmo e encaminho a Central de Policia para os devidos procedimentos.</p>]]></content></item><item><title>Ladrões fazem a limpa em casa da Itoupava Central</title><description><![CDATA[Levaram microondas, coifa, forno elétrico, TV e notebook... como se estivessem construindo uma cozinha de dentro para fora,]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/ocorrencias/0/40/ladroes-fazem-a-limpa-em-casa-da-itoupava-central</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 00:58:00 -0200</pubDate><category><![CDATA[Ocorrências]]></category><content><![CDATA[<p>&Agrave;s 18h16' a&nbsp;Pol&iacute;cia Militar atendeu&nbsp; a uma ocorr&ecirc;ncia de furto a resid&ecirc;ncia na Rua Vladimir Hersog (Itoupava Central), onde a v&iacute;tima relatou que ao chegar em casa encontrou&nbsp; o port&atilde;o e a janela arrombada, ao entrar encontrou a casa toda revirada e v&aacute;rios eletrodom&eacute;sticos foram furtados, sendo um microondas marca Ficher, uma coifa marca Ficher, um forno el&eacute;trico, uma TV 32&rdquo; marca Sony&nbsp; e um Notebook 15&rdquo; HP. Lavrado&nbsp; o boletim de comunica&ccedil;&atilde;o de ocorr&ecirc;ncia policial no local do fato.</p>]]></content></item><item><title>Das Antiga Blumenau, 20 de janeiro</title><description><![CDATA[Nova Veneza + DJ Nathan NR]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/musica/0/41/das-antiga-blumenau-20-de-janeiro</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 01:02:14 -0200</pubDate><category><![CDATA[Música]]></category><content><![CDATA[<p>Sexta de Dasa voltando no melhor estilo!!!<br />Com a <a href="https://www.facebook.com/bandanovaveneza/" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=800727043308098&amp;extragetparams=%7B%22directed_target_id%22%3A1542584549103316%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Banda Nova Veneza</a> e <a href="https://www.facebook.com/DjNathanNR/" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=449386825124324&amp;extragetparams=%7B%22directed_target_id%22%3A1542584549103316%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1">Dj Nathan NR</a> fazendo a alegria da noite. Prepara a galera e se joga!<br /><br />Masculino: R$15.<br />Feminino: Free at&eacute; 00h00 - Ap&oacute;s R$10.<br />Caipirinha em dobro pra elas at&eacute; 00h00.<br /><br />Abertura da casa 22h00. Chegue cedo, evite filas.<br />Proibida a entrada de menores de 18 anos.<br />Obrigat&oacute;rio &agrave; apresenta&ccedil;&atilde;o de documento com foto.<br />Valor sujeito a altera&ccedil;&otilde;es.</p>]]></content></item><item><title>Fabulosa sexxx, dia 20</title><description><![CDATA[TemTrela | Queens Bnu]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/baladas/0/42/fabulosa-sexxx-dia-20</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 01:08:09 -0200</pubDate><category><![CDATA[Baladas]]></category><content><![CDATA[<p>I&rsquo;m so fabulous!<br />Check out, I&rsquo;m blonde<br />I&rsquo;m skinny<br />I&rsquo;m rich<br />And I&rsquo;m a little bit of a bit**!<br />.<br />J&aacute; estava na hora da gente dar trela em Blumenau n&eacute; n&oacute;n?<br />.<br />A FABULOSA chega pra mesclar o Glamour do mundo Drag que tanto amamos com a ess&ecirc;ncia do mundo alternativo, o resultado? Muita joga&ccedil;&atilde;o! <br />.<br />Aproveitando o clima inferninho da Queens, trouxemos uma proposta sexy selvagem pra pista mais agitada da cidade! Ent&atilde;o seja sexy da sua maneira, se divirta e o melhor SEJA VOC&Ecirc;! <br />.<span class="text_exposed_show"><br />E tem mais! Cata s&oacute; como se faz pra deixar a noite ainda mais Fabulosa: <br />.<br />┏<br />╏Promo SHOTS DRINK $10 a noite toda!<br />╏⇝ POISON (Vodka, tequila e mix de framboesa)<br />╏⇝BELA ADORMECIDA (Vodka, cura&ccedil;au blue e tequila)<br />┗<br />┏<br />╏PROMO COP&Atilde;O A NOITE TODA<br />╏⇝ Catuaba copo 300ml $12<br />╏⇝ Dose de Vodka + citrus R$15<br />┗<br />.<br />⇝LineUp<br />✿ Dani Azevedo ✿ <br />✿ Jessie Andrews ✿ <br />✿ Safira Ishtar ✿ <br />✿ Dacherexx ✿ <br />.<br />O que voc&ecirc; ouve na FABULOSA? <br />⇝ POP, Trash, funk, Twerk e todos os batid&otilde;es do momento! <br />.<br />///Quanto? <br />⇝Lista: R$5 at&eacute; 00:30hs pra quem confirmar presen&ccedil;a no evento do Facebook at&eacute; &agrave;s 20h do dia da festa<br />⇝Sem lista: R$10 at&eacute; 00:30hs | R$15 ap&oacute;s<br />⇝Aceitamos cart&atilde;o de d&eacute;bito e cr&eacute;dito.<br />.<br />///Aniversariantes: Comemore seu anivers&aacute;rio conosco! A cada 15 amigos pagantes que entrarem em sua lista voc&ecirc; ganha uma garrafa de vodka!<br />Contato: marketing@temtrela.com.br<br />.<br />///Open: 23:30hs. Evento para maiores de 18 anos. Obrigat&oacute;ria a apresenta&ccedil;&atilde;o de documento oficial com foto com menos de 10 anos de emiss&atilde;o.<br />.<br />Queens - rua 7 de setembro, 990. Centro &ndash; BNU<br />Infos.: (47) 99260-2656 (47) 99954-5780<br />marketing@temtrela.com.br<br /><a href="http://l.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.temtrela.com.br%2F&amp;h=ATOn3ARNTJrylujBFDHO3QqXHEUEzk6YJTMNJwAGZ5Ge3qV9Oj-YE79C8T_6b_md73hy9hDTZkeW6y7tWfZsilZ2hNYyDakajIfVLDDuyERMMg5O_-bt_g-Jjm86zzvZcaSO_w&amp;enc=AZONtBWv1Te6L_oC342oGgPaCOx8rEyakqY1nV4BEsdw3r-hNZw2ZN2uEjVtc1ibreY&amp;s=1" target="_blank" rel="nofollow nofollow">www.temtrela.com.br</a></span></p>]]></content></item><item><title>Diwaly Sunset, nesse domingo em Itapema</title><description><![CDATA[Puka, Rafael Carvalho.]]></description><link>https://blumenews.com.br/n/baladas/0/43/diwaly-sunset-nesse-domingo-em-itapema</link><pubDate>Wed, 18 Jan 2017 01:10:14 -0200</pubDate><category><![CDATA[Baladas]]></category><content><![CDATA[<p>~~ Ver&atilde;o 2017 Diwaly Sunset ~~<br />Dia 22/01 Domingo 08h - Itapema/SC<br /><br />Line Up:<br /><br />Manokass<br />Criminal Bass<br />Tiago Rosa<br />Puka<br />Rafael Carvalho<br />V.Lourenci<br />Jefe<span class="text_exposed_show"><br />Howtz <br />--Nomes na lista no mural do evento,<br /><br />LISTA V&Aacute;LIDA AT&Eacute; AS 13:00HRS.---<br /><br />Masculino 30$<br /><br /><br />Feminino 10$<br /><br />Promoter lista b&ocirc;nus e ingressos antecipados:<br />Natasha (48) 996510280<br />Taty Souza (47) 996141807<br /><br />x Seguran&ccedil;a x<br />Este estabelecimento em colabora&ccedil;&atilde;o com a justi&ccedil;a e a sa&uacute;de p&uacute;blica, n&atilde;o tolera o tr&aacute;fico e o consumo de drogas em seu interior.<br /><br />&Eacute; extramemente proibido a entrada de menores de 18 anos.<br /><br />Informa&ccedil;&otilde;es, reserva de mesa e camarote.<br />(47) 991097420<br /><br />Local: Rua: 1202 N950 - Bairro: Ilhota - Itapema/SC. (400 metros ap&oacute;s o &Uacute;ltima Hora Pub)</span></p>]]></content></item></channel></rss>
