Em quem votar?

Em quem votar?
Foto: Os nomes estão em ordem alfabética e nem todos os citados no corpo de texto estão na imagem.

Friday, 07 October 2022

Saiba em quem votar, como chegamos à conclusão de nossas escolhas e conheça nossas simulações para dez tipos diferentes de eleitores.

“Que vivas em tempos interessantes” é o que diz uma velha maldição chinesa. Certamente, vivemos em tempos interessantes. E, como em toda época assim, com seus riscos e terrores. Em um país politicamente dividido, 35% das pessoas não se sentem confortáveis para declarar votos nessa eleição, de acordo com o Datafolha (que nem sempre é confiável).

É um número bem alto.

Nós, do BLUMENEWS, nunca fomos covardes. Eis um defeito que não temos. Outro, certamente, é a hipocrisia. E, honestamente, a dita ‘imparcialidade’ dos veículos de comunicação é uma das coisas mais hipócritas que existem. Basta abrir a Folha de São Paulo ou sintonizar na Jovem Pan para constatar que jornalistas e apresentadores têm lados claramente definidos. E é óbvio que têm, afinal eles são humanos. Humanos e eleitores.

Nesse artigo vamos tentar dar uma analisada nos principais candidatos – a maioria, que já analisamos – e fazer um exercício de criatividade imaginando quais os mais promissores para cada tipo de pensamento baseado em alguns critérios básicos.

E aqui é importante deixar claro que nenhum critério faz sentido se analisado sozinho. Por exemplo: um determinado postulante a cargo público eletivo pode não fazer uso do Fundão Eleitoral, mas se não traz nenhuma proposta ou é ficha suja, nenhuma diferença isso fará. Nossa análise é somatória e nenhum tópico independe do outro.

Como analisamos?

Primeiro é necessário pegar a longa lista com todos os nomes e pesquisar tudo sobre eles até ter certeza de conhecer razoavelmente todos (e não ter esquecido ninguém). Nessa etapa você costuma eliminar candidaturas fantasmas, pois encontra candidatos que sequer pedem voto ou fazem campanha para si mesmos. Você também pode descobrir boas opções.

Lembrando que o primeiro turno sempre é ideológico. Evite o voto útil. Não vote por medo ou raiva. O voto útil é uma realidade inevitável, mas deixe-a para o segundo turno, pelo menos.

Então compare os históricos. O Google é seu amigo. Pesquise seu nome com palavras-chave como, por exemplo, ‘corrupção’. Esse momento vai ser o esqueleto de toda a pesquisa, porque ele vai lhe dar duas variáveis fundamentais: experiência e honestidade. Busque essas duas coisas.

Com a experiência você saberá o tempo em que ele está na vida pública, quais cargos teve e o que fez. Aqui você terá informações importantíssimas como o comprometimento dele com as pautas que defende, os resultados que trouxe para a comunidade (mesmo sem mandato) e sua capacitação, seja acadêmica ou empírica.

Sobre honestidade, você verá sua retidão ao lidar com o dinheiro do contribuinte, se já teve qualquer problema de postura em relação a ‘encrencas’ nas quais possa ter se metido com a polícia ou se ele usa sua posição política com decoro, evitando práticas execráveis como o nepotismo ou abuso de autoridade.

Depois procure seu plano de governo. Leia atentamente suas propostas e busque pontos nos quais convirja com as suas idéias. Além disso, tenha essas promessas em mente para poder cobrá-lo, caso eleito. Muitos políticos esquecem rapidamente os compromissos que firmam.

Ainda em sua plataforma eleitoral, analise sua apresentação enquanto candidato. Veja se ele age eticamente, se apresenta planos práticos ou se apenas ataca seus opositores. Também busque pela origem de seu financiamento. É fundo partidário (saiba em https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/) ? São doadores que podem exigir contrapartes? Ele tem gasto sua verba com sabedoria ou é perdulário? Afinal, se ele não respeitar o dinheiro da própria campanha, possivelmente não irá respeitar o seu.

Busque também suas declarações púbicas.Veja se ele muda de idéia com freqüência apenas para agradar sua claque ou se é coerente com seus próprios ideais. Pense nos seus valores pessoais e analise se vocês dois dividem tais pontos de vista. Procure seu posicionamento em momentos chave como a pandemia, o impeachment ou qualquer coisa que lhe seja cara.

Se você tiver tempo (e vontade) busque os salários que seu candidato já teve e, fazendo uma conta de padeiro, bote na ponta do lápis todos os recursos que ele trouxe e se pergunte se valeu pagar o quanto ele custou. Lembrando que juízes, militares e professores universitários federais também são funcionários públicos. E ganham muito bem.

Feitas essas análises, você pode escolher sem medo.

Contudo nem todos têm tempo para isso. Dessa forma, em outro exercício de criatividade, imaginamos alguns dos setores mais importantes da política que são da região e – faltando cerca de dois dias para o pleito – imaginamos quais nomes escolheríamos.

O exercício de criatividade

Dividimos em dez formas de analisar os votos, que colocaremos abaixo em uma lista que, frisamos, é apenas um exercício de criatividade e não pretende pedir votos para ninguém, estando em total acordo com a Resolução TSE 23.610/19.

Então vamos às opções:

Ambientalista

Esses são os candidatos que se destacam pela defesa do meio ambiente, mas também pela proteção da causa animal. Pauta geralmente mais ligada ao campo progressista.

Presidente: Lula
Governador: Décio Lima
Senador: Gilmar Salgado
Deputado Federal: Ana Paula Lima
Deputado Estadual: Delegado Egídio Ferrari

Desses nomes, dois se destacam: Ana, que já tem um consolidado trabalho na área; e Ferrari, único nome não progressista da lista e cujas ações em prol dos animais têm impressionado positivamente toda a sociedade.

Armamentista

Bancada geralmente conservadora cujos membros são predominantemente pessoas que desejam facilitar o acesso às armas de fogo à população comum em resposta à violência (como meio de defesa numa sociedade cada vez mais oprimida por criminosos imundos).

Presidente: Jair Bolsonaro
Governador: Jorginho Mello
Senador: Jorge Seif
Deputado Federal: Rui Godinho
Deputado Estadual: Coronel Jefferson Schmidt

O grande destaque aqui vai para Schmidt, ex-comandante da Polícia Militar cuja bandeira também é a Segurança Pública.

Conservador

São os políticos que se mantêm extremamente leais aos princípios fundamentais com os quais foram criados, muitas vezes rechaçando o novo em prol do tradicional.

Presidente: Jair Bolsonaro
Governador: Esperidião Amin
Senador: Raimundo Colombo
Deputado Federal: Sylvio Zimmermann
Deputado Estadual: Almir Vieira

Zimmermann traz um profundo respeito pelas tradições germânicas da região e Almir, um militar, vive as rígidas regras morais que aprendeu ainda no tempo de caserna. E Amin traz toda a experiência de alguém que logrou êxito em sua passagem pretérita pelo governo. Bem como Colombo.

Desenvolvimentista

Diz-se da Política Pública voltada para promover o crescimento da produção industrial e da infraestrutura com participação ativa do Estado.

Presidente: Felipe D’Ávila
Governador: Odair Tramontin
Senador: Luiz Barboza
Deputado Federal: Sylvio Zimmermann
Deputado Estadual: Bruno Win

Aqui a predominância é do partido novo, mas Zimmermann traz seu currículo em gestão pública.

Desportista

Como o próprio nome diz, aqui estão os políticos que priorizam o Esporte. Apesar de ainda não terem uma bancada para si, eles trazem um número de adeptos incrivelmente crescente.

Presidente: Jair Bolsonaro
Governador: Carlos Moisés
Senador: Jorge Seif
Deputado Federal: Rui Godinho
Deputado Estadual: Egídio Beckhauser

Aqui merecem destaque tanto Rui Godinho – praticante de Judô e Jiu-jitsu – quanto Egídio Beckhauser, conhecido treinador de futsal com resultados muito expressivos.

Evangélico

Possivelmente a bancada mais influente do país, a Nação Evangélica cresce e se multiplica em uma velocidade desnorteante. As igrejas, geralmente, já encaminham os votos dos fiéis.

Presidente: Jair Bolsonaro
Governador: Jorginho Mello
Senador: Kennedy Nunes
Deputado Federal: Ismael dos Santos
Deputado Estadual: Júnior Cardoso

Aqui os cinco candidatos estão bem alinhados.

Liberal

Muitas vezes chamado de ‘renovista’ no exterior, ele se caracteriza por políticos geralmente jovens, que procuram diminuir ao máximo possível a interferência do Estado na vida do cidadão e, principalmente, na Economia. Eles têm grande responsabilidade com o dinheiro do imposto do contribuinte e costumam enxugar seus gastos de gabinete.

Presidente: Felipe D’Ávila
Governador: Odair Tramontin
Senador: Luiz Barboza
Deputado Federal: Samuca Chang
Deputado Estadual: Professor Gilson

Chang faz parte do Movimento Brasil Livre (MBL) e Gilson é conhecido tanto pela administração cautelosa dos recursos de seu gabinete quanto pelo bom desempenho parlamentar.

Progressista

Antigamente chamado de Esquerda, o progressismo traz as pautas identitárias, as defesas de peculiaridades sociais e aqui é capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores.

Presidente: Lula
Governador: Décio Lima
Senador: Afrânio Boppré
Deputado Federal: Ana Paula Lima
Deputado Estadual: Adriano Pereira

Possivelmente a trinca mais bem alinhada dessa lista.

Regionalista

Nesta ‘colinha’ vão constar os candidatos que mais têm capacidade de levar os interesses do município para suas respectivas casas de poder e conta com o apoio do Executivo Municipal.

Presidente: Jair Bolsonaro
Governador: Odair Tramontin
Senador: Raimundo Colombo
Deputado Federal: André Espezim
Deputado Estadual: Egídio Beckhauser

André Espezim se destaca nessa lista sendo o homem de confiança do prefeito Mário Hildebrandt. Tramontin figura na lista por ser um candidato blumenauense.

Segurança Pública

O título certamente é auto-explicativo.

Presidente: Jair Bolsonaro
Governador: Esperidião Amin
Senador: Raimundo Colombo
Deputado Federal: Rui Godinho
Deputado Estadual: Coronel Jefferson Schmidt

Enquanto a Segurança Pública é um dos alicerces da política de Bolsonaro, Amin trouxe excelentes números em sua gestão como governador, bem como Colombo. Fechando a chave de forma perfeita, Schmidt e Godinho trazem suas experiências pessoais para a área.

A bancada ruralista não entra por falta de representantes na cidade e a bancada garantista não entra pela mesma razão que partidos extremistas não entraram: escolhemos o nome de acordo com NOSSOS critérios e, portanto, estão de fora.

Deixando claro aqui, por favor, que esses nomes são apenas um exercício criativo onde tentamos pensar como eleitores de cada uma das categorias escolhidas (e certamente existem mais). Por favor, usem SEUS PRÓPRIOS valores, métricas, análises e opiniões na hora de escolher, não os nossos. O voto é seu. Só seu. Escolha quem representa você.

Mas, afinal, em quem EU vou votar?

Se você leu até aqui, é certamente um brasileiro de bem e eleitor com sincero interesse em melhorar o seu país. Contudo, deve ter pensado: “aposto que o sujeito que escreveu o texto só emitiu tal opinião porque vota em A ou B”. Portanto, sem especulações, abrirei meu voto.

Lembrando que esse texto não visa pedir voto para ninguém, mas sim elucidar uma dúvida honesta de qualquer leitor acerca dos interesses por traz do texto.

Para deputado estadual, votarei em Almir Vieira. Mas por quê?

Almir é terceiro sargento do Exército, condecorado por salvar uma vida e veterano de Angola. Formado em Gastronomia, ouviu o clamor do chamamento público e deixou o quartel para servir à comunidade como civil. De lá para cá já somam dois mandatos na Câmara.

Ele é de Blumenau. Geograficamente, é muito importante ter alguém da região nos representando no Legislativo estadual. Mas, acima de tudo, ele traz consigo um mandato com excelentes resultados. Nesses anos como vereador, o ex-militar de trato direto tornou-se um defensor acolhedor de pautas femininas provando, com isso, ter inteligência emocional e grande capacidade de se adaptar, transformando-se naquilo que a sociedade precisava que fosse.

Almir merece meu voto porque se provou competente, leal e aberto a ouvir até os pontos distintos. No passado já tive minhas diferenças com ele e assumo que errei. Sem medo ou pudor. Sete anos como lutador do finado Vale Tudo me ensinaram um pouco sobre reconhecer os erros.

Para deputado federal, votarei em Sylvio Zimmermann. Mas por quê?

Sylvio tem qualificação acadêmica e experiência prática para exercer o cargo. Apresentou grandes resultados tanto no poder público quanto na iniciativa privada. Junto a Ricardo Stodieck, está no topo dos melhores gestores da coisa pública blumenauense.

Por muitos anos esteve à frente de Fundação Cultural de Blumenau. E esse cargo nunca havia sido tão honrado. Calígrafo por vocação, ele soube lidar com a ingrata tarefa e conviver com o ego artístico e transformou o prédio da antiga prefeitura em um nascedouro de arte. Pagou dívidas das gestões anteriores, incentivou novos projetos e manteve os que já existiam com honradez e empolgação. Homem de cultura exemplar, apaixonado pela história e tradição de seu povo, prestigiou as raízes germânicas, comemorou nossos pais fundadores e fomentou tudo aquilo que valorizou os alicerces da cidade, a exemplo da revista Blumenau em Cadernos.

Já como vereador, teve um trabalho exímio no desenvolvimento econômico. Trabalhou pelo avanço tecnológico regional e conseguiu estabelecer parcerias tão vantajosas com outras nações que nem mesmo nossos embaixadores conseguiram. Por esses motivos Sylvio Zimmermann é minha escolha para a Câmara Federal.

Para governador, votarei em Odair Tramontin. Mas por quê?

Essa foi a escolha mais difícil para mim. Conheci Carlos Moisés em 2017 e ele sempre foi uma pessoa correta e muito gentil. Teve um bom governo e seus números finais provam isso. Era uma boa escolha, com certeza. Seu vice, Udo Dohler, é outro ponto positivo.

Porém, a delegada Marilisa Boehm – vice de Jorginho Mello – é mãe de uma das minhas melhores amigas desde a época da faculdade, nos idos de 2000. Por mais que eu, pessoalmente, ache Jorginho deplorável e veja boa parte de suas ações como oportunista ou até execrável, amizade é amizade e jamais devemos nos esquecer disso.

Já Esperidião Amin tem longa relação com minha família desde os anos 80. Minha mãe e dona Ângela foram muito próximas quando meus pais moraram em Floripa, anos atrás. Contudo, nenhuma chapa que tenha Dalírio Beber como vice ganharia meu voto. Jamais.

Já Décio Lima foi meu vizinho (quase de porta) por muitos anos na época em que morávamos em um condomínio fechado em Blumenau. Um homem inteligente, simpático e com notória capacidade que teve bons resultados à frente da prefeitura de Blumenau. Contudo, traz junto com a sua sigla valores que em nada coincidem com os meus.

Até que chegamos a Odair Tramontin. Por mais que eu tenha uma série de discordâncias com o Partido Novo, Tramontin representa realmente um respiro na política local. Ele quase conseguiu se tornar prefeito de Blumenau em 2020 e suas propostas são excelentes. Mesmo que não vença esse pleito, acredito que o futuro político desse grande homem seja uma realidade sólida. Por isso – por mim, meus familiares, amigos, estado e país – votarei nele.

Para senador, votarei em Raimundo Colombo. Mas por quê?

Aqui minha empolgação começou a se dissipar. Nenhum candidato realmente chamou minha atenção. Não acredito que nenhum deles vá realmente fazer alguma diferença. Entendo que basicamente eu deva escolher quem vai receber um generoso salário pago por dinheiro do contribuinte e, portanto, optar pelo que deve ser mais razoável, pelo menos.

Colombo foi governador e, mesmo tendo inúmeras críticas a fazer sobre sua administração, reconheço que trouxe alguns números interessantes. Principalmente na Economia e na Segurança Pública (naquela época em que o PGC tacava fogo em ônibus).

Também creio que ele seja um homem com bom trânsito político e cuja capacidade de dialogar com seus pares pode trazer algumas coisas interessantes para o estado. Outro fator, para ser muito honesto, é a amizade que ele nutre com pessoas muito próximas a mim. Voto mais por respeito a isso. Voto sem a mínima boa vontade. Mas voto...

Para presidente, votarei nulo no primeiro turno. Mas por quê?

Jair Messias Bolsonaro honrou pouquíssimas de suas promessas eleitorais. Em um país sério, isso seria considerado estelionato e poderia desencadear grandes problemas. Aqui não porque a maioria dos candidatos não cumpre nada. Contudo, no segundo turno de 2018, foi nele que eu votei. E essa confiança ele traiu. O que não é de se espantar haja vista a quantidade de ex-apoiadores se declarando traídos que existem por aí. Então, meu voto ele não vai ganhar.

Lula foi preso. Não foi inocentado de coisa nenhuma. Tinha relações estranhas com quem o julgava e, portanto, teve suas penas remanejas por questionamento sobre local do foro ou arquivadas pela idade avançada. É ficha suja. Não voto em ficha suja. E é mentiroso, também. Afirma que foi absolvido pela ONU (que não pode jamais interferir na Soberania dos poderes de uma Nação) e fala sobre a real prosperidade do seu primeiro governo omitindo propositalmente o legado positivo do governo FHC e a alta nas commodities naquela época.

Ciro Gomes é incoerente. Ele traz dados totalmente fora de contexto para argumentar suas longas teses e acrescenta termos pouco usados em discursos sobre coisas das quais pouco entende para parecer intelectual. Ciro não entende de Física Quântica. E nem de Economia. Se entendesse, não seria Varguista. Nem Brizolista. Aliás, essa experiência internacional dele é bem estranha. Ele morou em Boston? Que legal. Eu também. Se bobear, até estudamos perto. Mas o ouvi falando inglês e ele... bem... não é como ser ele REALMENTE falasse inglês. Estranhíssimo. Mas deve ser um inglês do Ceará. Não o Ceará normal, o Ceará do Ciro. Aquele Ceará sem violência, com Educação de Primeiro Mundo e com Saúde exemplar. Aquele Ceará que só existe na cabeça do Ciro. Diferente do Ceará real, cheio de problemas e com o povo pedindo socorro. E seu irmão, Cid, brigando com policiais grevistas para virar meme. O mesmo da cisterna. O mesmo que o traiu. Bem, se o Ciro não consegue nem garantir a fidelidade da família, quanto mais de um governo. E gritar – como sempre grita, autoritário que é (mesmo escondendo nos debates e sabatinas) – não vai ajudar. Beijo Patrícia. E Holiday.

Simone Tebet é um enfeite. Era o balão de ensaio que se comportou imprevisivelmente e precisou ser lançado. Não era para existir. Era para leiloar votos. Isso. Leiloar. Como se o eleitor fosse gado. Às vezes é. Ela é rechaçada pelo rechaçável Renan Calheiros e foi pedir apoio a quem? Com José Sarney. O segundo pior presidente da História do Brasil. O cara que só perde pro Collor. Parabéns, Simone. Bem inteligente. Continue assim que você vai longe. Ou não.

Felipe D’Ávila age mais como co-piloto do Bolsonaro do que qualquer outra coisa. Seu partido é um ninho de víboras. Basta ver o que fizeram com o Amoedo, esse sim bom possível candidato. Basta ver a confusão aqui na região nas eleições de 2020. Com exceção de Tramontin, não voto no Novo. Esse Novo aí... olha... de novo não tem nada.

Soraya Thronicke é engraçada. Nunca usei os motéis dela. Dizem que são bons. Só isso.

Padre Kelmon... Kevin... Kelvin... Calvino? Calvino certamente não. O candidato comédia de 2022, ele nem é padre de verdade. A Igreja Ortodoxia, que ele afirma representar, emitiu nota dizendo que ele nunca fez parte de seus quadros. Ele só é um tiozinho engraçado e pouco inteligente que o Roberto Jefferson colocou para ajudar o Bolsonaro porque ele não está legalmente impedido de fazê-lo. Pior que ser capacho, só o capacho do capacho. Triste destino do Candidato Padre.

Bem, espero que esse artigo tenha ajudado em algo e, reafirmando, que a intenção aqui não é pedir voto para alguém, mas sim mostrar nossas diretivas de escolha de candidato, exemplificar e abrir nossas próprias seleções com a maior transparência e honestidade.

Neste domingo, bons votos. Boa sorte. E que Deus ajude essa Nação.


>> SOBRE O AUTOR

Ricardo Latorre

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