Ferrari usará combustível de cana-de-açúcar brasileira na F1 2026

Ferrari usará combustível de cana-de-açúcar brasileira na F1 2026
Foto: Novos carros usam etanol (divulgação)

Saturday, 14 February 2026

Parceria com a Shell foca em sustentabilidade e marca nova era dos motores na elite do automobilismo mundial.

A Fórmula 1 se prepara para uma revolução tecnológica em 2026, e o Brasil será protagonista direto nessa mudança. A Ferrari, uma das escuderias mais icônicas do grid, confirmou que seus motores serão alimentados por combustível 100% sustentável derivado da cana-de-açúcar brasileira. A iniciativa, em parceria com a Shell, visa atender ao novo regulamento da FIA que exige emissão líquida zero de carbono.

Tecnologia brasileira nas pistas mundiais

Diferente dos combustíveis fósseis tradicionais, o novo composto utiliza o etanol de segunda geração (E2G). Essa tecnologia permite que a potência dos motores de Maranello seja mantida, mas com uma redução drástica no impacto ambiental. Para os fãs de velocidade em Blumenau, que acompanham historicamente o desempenho da escuderia italiana, essa novidade coloca a eficiência energética no centro das discussões sobre o futuro do esporte.

  • Combustível 100% sustentável: Exigência para todas as equipes a partir de 2026.

  • Origem nacional: A cana brasileira foi escolhida pela alta eficiência na absorção de CO2.

  • Performance: A Ferrari garante que a troca não comprometerá a competitividade nas pistas.

O impacto da F1 2026 no mercado automotivo

A mudança não é apenas esportiva. A Fórmula 1 funciona como um laboratório para tecnologias que, futuramente, chegam aos carros de passeio. Com a Ferrari adotando o biocombustível brasileiro, o setor sucroenergético ganha um selo de aprovação global, reforçando o papel do país na transição energética.

"A parceria entre Ferrari e Shell reforça que a inovação sustentável pode andar de mãos dadas com a alta performance", destaca o anúncio oficial da equipe.

O que muda para o torcedor de Blumenau?

Embora as corridas aconteçam do outro lado do mundo, o DNA da tecnologia que veremos nas telas em 2026 nasce no solo brasileiro. Para quem acompanha os Grandes Prêmios e debate o desempenho de pilotos como Lewis Hamilton — que já estará na Ferrari nesta fase — saber que o "coração" do carro tem base na nossa agricultura agrega um novo valor à torcida.


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Redação

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