Marcílio Dias e Santa Catarina demitem treinadores

Wednesday, 08 April 2026
Mudanças no comando técnico do Marinheiro e do Santa Catarina elevam número de demissões no estado após início da Série D.
O cenário do futebol profissional em Santa Catarina sofreu novas movimentações nesta semana. Marcílio Dias e Santa Catarina confirmaram o desligamento de seus treinadores após os resultados da primeira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. As saídas de Emerson Cris e Betinho ampliam a lista de técnicos que deixaram seus cargos em solo catarinense nesta temporada, refletindo a pressão imediata por resultados nas competições nacionais.
O cenário no Marcílio Dias e a saída de Emerson Cris
No Marcílio Dias, a passagem de Emerson Cris chegou ao fim após o empate sem gols contra o São Joseense, no estádio Dr. Hercílio Luz, em Itajaí. O treinador havia sido contratado com o objetivo claro de evitar o rebaixamento no Campeonato Catarinense, meta que cumpriu com êxito ao somar quatro vitórias, um empate e apenas uma derrota em seis jogos.
Apesar da permanência na elite estadual e de classificações históricas na Copa do Brasil de 2026, a diretoria optou pela troca para a sequência da Série D. Enquanto busca um novo nome no mercado, o auxiliar técnico permanente Chiquinho Lima assume o comando interino da equipe.
Santa Catarina e a lista crescente de demissões
O Santa Catarina também seguiu o caminho da reformulação, anunciando a saída de Betinho. A movimentação acompanha uma tendência de trocas precoces que já atingiu outros grandes clubes do estado recentemente. No Vale do Itajaí e demais regiões, o monitoramento das gestões esportivas ganha força com esses números.
Além de Emerson Cris (Marcílio Dias) e Betinho (Santa Catarina), o estado já registrou as seguintes baixas técnicas recentemente:
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Marcílio Dias: Rogelio Silva (anteriormente na temporada);
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Joinville: Leandro Sena e Cristian de Souza;
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Chapecoense: Gilmar Dal Pozzo;
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Carlos Renaux: Diego Correa (após primeira fase do estadual);
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Figueirense: Waguinho Dias.
As mudanças reforçam a instabilidade nos projetos de longo prazo dos clubes catarinenses, que agora correm contra o tempo para ajustar suas peças visando o acesso e a estabilidade nas tabelas nacionais e regionais.