Catarinenses lideram articulação por Anistia e contra vetos de Lula

Catarinenses lideram articulação por Anistia e contra vetos de Lula
Foto: Reprodução

Friday, 09 January 2026

Parlamentares de SC pressionam Congresso por novo PL da Anistia e derrubada de veto à dosimetria das penas do 8 de janeiro.

A bancada de Santa Catarina em Brasília intensificou, nesta semana, uma movimentação coordenada para reverter decisões do Executivo e do Judiciário sobre os eventos de 8 de janeiro. A ofensiva é liderada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC) e pelas deputadas federais Caroline De Toni (PL-SC) e Julia Zanatta (PL-SC), que buscam garantir o que chamam de "justiça e proporcionalidade" para os condenados.

Catarinenses e a liderança na Câmara

Como uma das vozes mais influentes da oposição e ex-presidente da CCJ, Caroline De Toni tem sido o pilar da articulação na Câmara dos Deputados.

  • Articulação Política: A deputada atua na linha de frente para que o Projeto de Lei da Anistia não apenas avance, mas seja pautado como prioridade absoluta, utilizando inclusive táticas de obstrução para forçar o debate.

  • Crítica ao Judiciário: De Toni sustenta que o Congresso precisa exercer sua prerrogativa de conceder anistia para "corrigir injustiças" e o que classifica como penas desproporcionais impostas pelo STF, defendendo uma anistia ampla que pacifique o cenário político.

Novo PL no Senado e pressão na Câmara

Paralelamente, o senador Esperidião Amin protocolou um novo projeto no Senado após o veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria. Amin argumenta que a medida é um instrumento democrático para momentos de crise.

Na Câmara, a deputada Julia Zanatta reforça o coro, solicitando uma sessão urgente para derrubar o veto presidencial. Segundo ela, o veto impede a aplicação de punições proporcionais, especialmente nos casos em que não houve uso de violência direta.

O que está em jogo

A união desses parlamentares de Santa Catarina coloca o estado como o principal protagonista na defesa dos envolvidos no 8 de janeiro. O embate agora se desloca para as comissões e para a agenda de vetos do Congresso Nacional, onde a bancada catarinense promete manter a pressão total.


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Redação

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