Polícia descarta ligação entre agressores do cão Orelha e afogamento de Caramelo

Polícia descarta ligação entre agressores do cão Orelha e afogamento de Caramelo
Foto: Divulgação

Sunday, 01 February 2026

Investigação em Florianópolis aponta que criminosos em novo vídeo não são os mesmos.

A Polícia Civil de Santa Catarina esclareceu, após análise técnica, que os adolescentes responsáveis pela morte do cão Orelha não são os mesmos que aparecem em um vídeo tentando afogar um cão caramelo na Praia Brava. A reviravolta no caso traz um novo fôlego às investigações, separando os episódios de maus-tratos que causaram forte comoção em Blumenau e em todo o litoral catarinense durante este veraneio.

Perícia nega identidade dos suspeitos

Embora os dois casos tenham ocorrido na mesma região de Florianópolis, a equipe de investigação cruzou as imagens e confirmou que os indivíduos são diferentes. O vídeo do cão caramelo, que circulou amplamente nas redes sociais gerando revolta, está sendo tratado como um incidente isolado, mas também sob a lupa das autoridades para identificação dos novos envolvidos.

Cão caramelo ganha um novo lar

Apesar do susto, o desfecho para o "Caramelo da Brava" foi positivo. O animal, que conseguiu escapar do mar por conta própria, foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel. A atitude foi vista como um símbolo de compromisso do estado com a causa animal, especialmente após a tragédia envolvendo o cão Orelha, que não teve a mesma sorte.

O impacto nas leis de proteção em SC 

A repercussão desses casos motivou uma mobilização sem precedentes. Assembleias e grupos de proteção animal de Blumenau e do Vale do Itajaí seguem acompanhando o desdobramento jurídico do caso Orelha, que corre em sigilo. A Polícia Civil reforça que a desinformação pode atrapalhar os processos e pede que a população confie nos canais oficiais de denúncia para garantir que todos os responsáveis por maus-tratos sejam punidos.


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Redação

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